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APÓS EMBATE COM A DEFESA

Após polêmica no júri, AMAM afirma que juíza Mônica Perri agiu dentro da legalidade

Da Redação

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A Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM) divulgou nota pública em apoio à magistrada Mônica Catarina Perri Siqueira, em razão de fatos ocorridos durante sessão do Tribunal do Júri presidida pela juíza na segunda-feira (15).O caso envolve o réu Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves denunciado pela morte do policial militar, acusado de Thiago de Souza Ruiz, em abril de 2023, dentro de uma conveniência na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá. O julgamento foi iniciado no dia 15 de dezembro, mas foram registradas inúmeras discussões envolvendo a defesa do acusado, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso e a magistrada, que chegou a afirmar que a OAB deveria ‘se danar’, depois de um embate com o advogado Cláudio Dalledoni, que patrocina a defesa de Mário.

Segundo a entidade, as declarações da magistrada foram divulgadas de forma descontextualizada. A AMAM esclarece que a juíza teria apenas advertido os advogados de defesa sobre a necessidade de observância ao decoro processual e à solenidade do júri, antes de qualquer acionamento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Na nota, a associação lamenta que atos processuais tenham sido levados ao debate público de maneira controversa, colocando em evidência a atuação de uma magistrada e a discussão sobre prerrogativas profissionais.

A AMAM ressalta ainda que a juíza agiu no exercício regular de suas atribuições legais, em consonância com o princípio da preservação da dignidade da Justiça, destacando que eventuais questionamentos sobre a atuação jurisdicional devem ser analisados pelas instâncias competentes, e não pela opinião pública ou por entidades associativas.

Por fim, a entidade reafirma seu respeito e apoio à magistrada, ao mesmo tempo em que reitera o respeito à advocacia e à OAB, manifestando expectativa de contribuir para a pacificação do conflito, em defesa do sistema de Justiça, de seus integrantes e, sobretudo, dos jurisdicionados.

A nota é assinada pela juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, presidente da Associação Mato-grossense dos Magistrados, e foi divulgada em Cuiabá no dia 17 de dezembro de 2025.

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