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"QUEM SEMPRE SOFRE É O POVO"

Wellington critica “gastança desenfreada” e cobra rigor nas investigações de fraudes no INSS

Da Redação

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O senador Wellington Fagundes (PL) voltou a fazer duras críticas ao governo federal ao comentar o cenário fiscal do país e os recentes escândalos envolvendo recursos públicos. Segundo o parlamentar, a atual gestão tem priorizado o aumento de gastos e da carga tributária, sem a correspondente melhoria na prestação de serviços à população.

Para Fagundes, o governo aposta em uma política de “gastança desenfreada”, focada em arrecadar mais recursos junto aos contribuintes. “Tira dinheiro do povo e não devolve em serviços”, afirmou, ao criticar o que classificou como um inchaço da máquina pública. De acordo com o senador, o número de ministérios praticamente dobrou em relação ao governo anterior, o que, em sua avaliação, reflete descontrole das contas públicas.

O parlamentar também demonstrou indignação com os casos de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele lembrou que foi assinada a prorrogação, por mais 120 dias, da CPMI do INSS, diante do avanço das investigações. “Cada dia aparecem mais nomes, mais gente roubando o INSS. Aquilo que começou com a estimativa de R$ 7 bilhões já pode chegar a R$ 70 bilhões”, declarou.

Fagundes destacou ainda que as apurações já alcançam figuras de destaque do cenário político nacional. “Hoje surgiu até a figura do filho do presidente. Como é que não vamos investigar isso?”, questionou, defendendo rigor e transparência nas investigações, independentemente de cargos ou vínculos familiares.

Ao mencionar também o chamado escândalo do Banco Master, o senador afirmou que há bilhões de reais envolvidos e que investigações já apontam a possível participação de autoridades com mandato. “Não interessa se é senador, deputado ou filho de presidente. Tem que investigar. Quem sofre com essa roubalheira é o povo”, enfatizou.

Apesar das críticas, Wellington Fagundes ponderou que a inauguração de obras públicas é importante, mas ressaltou que isso não pode servir para encobrir problemas estruturais na gestão e na fiscalização dos recursos públicos. Para ele, o combate à corrupção e a responsabilidade fiscal devem ser prioridades permanentes do governo.

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