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Centro e bairros nobres puxam novo IPTU e lideram disparada de valores em Cuiabá

Kamila Araújo

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O Centro e bairros de alto padrão urbano de Cuiabá concentram os maiores valores de referência do metro quadrado usados pela prefeitura no cálculo do IPTU a partir de 2026, com preços que já ultrapassam R$ 1,7 mil por metro quadrado nas regiões mais valorizadas da capital.

Áreas como Centro Norte, Centro Sul, Centro Histórico e bairros como Jardim das Américas, Jardim Itália e Boa Esperança figuram no topo da nova Planta de Valores Genéricos, instrumento que define quanto o município considera que vale cada imóvel urbano para fins de tributação.

Essa atualização foi formalizada por meio de decreto publicado no fim de dezembro e passa a valer para o exercício fiscal de 2026. A planta funciona como a base técnica da cobrança do imposto e considera critérios como localização, tipo da via, padrão construtivo e infraestrutura disponível no entorno.

Na prática, é essa tabela que explica por que imóveis semelhantes podem pagar IPTU muito diferente dependendo do bairro ou até da rua onde estão situados.

O decreto também impõe um limite para o impacto da atualização sobre os contribuintes. O valor do imposto não poderá crescer mais de 20% em relação ao que foi cobrado em 2025, desde que o imóvel não tenha passado por reforma, ampliação ou alteração cadastral. Caso o cálculo ultrapasse esse percentual, a prefeitura deve aplicar automaticamente um redutor.

Na outra ponta da cidade, bairros periféricos e regiões com menor infraestrutura urbana aparecem com os menores valores de referência do metro quadrado. Localidades como Jardim Mossoró e Osmar Cabral registram valores bem inferiores aos praticados nas áreas centrais, refletindo uma menor valorização imobiliária e, consequentemente, uma cobrança mais baixa de IPTU.

Entre os dois extremos estão bairros de perfil intermediário, como CPA e Morada do Ouro, que apresentam valores de referência médios e representam uma valorização urbana moderada dentro do mapa imobiliário da capital.

Além da localização, outros fatores pesam no cálculo do imposto, como o tamanho do terreno, o padrão da construção e a existência de infraestrutura urbana, incluindo pavimentação, rede de esgoto, iluminação pública e coleta de lixo.

Com a nova planta em vigor, a prefeitura busca atualizar a base de cálculo do IPTU para refletir a dinâmica atual do mercado imobiliário de Cuiabá, ao mesmo tempo em que estabelece um teto para evitar aumentos abruptos no imposto a partir de 2026.

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