TÁ CHEGANDO
Pivetta sinaliza gestão sem sobressaltos e rejeita imposição de candidatos no arco de alianças
Da Redação
O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou estar plenamente preparado para assumir o comando do Executivo estadual a partir de abril, com a saída do governador Mauro Mendes, que deve se afastar do cargo para disputar uma vaga no Senado Federal. Pivetta destacou a solidez da atual gestão e garantiu continuidade administrativa.
Segundo ele, a transição já é, na prática, uma realidade conhecida. “Estou preparado, pronto. Durante esse tempo, eu assumi diversas vezes interinamente”, afirmou, ao ressaltar que o Governo do Estado conta hoje com uma estrutura organizada e madura. De acordo com o vice-governador, foi construído ao longo dos últimos anos um verdadeiro ecossistema no serviço público, sustentado por equipes técnicas qualificadas e por quadros capazes de assumir responsabilidades em todas as áreas da administração.
Pivetta ressaltou que a eventual saída de secretários, motivada pela disputa eleitoral, não comprometerá o funcionamento do governo. Pelo menos cinco titulares devem deixar seus cargos para concorrer a mandatos eletivos, mas, segundo ele, há planejamento e alternativas internas para suprir essas vacâncias. “Temos titulares e temos reservas. Criamos um serviço público composto por pessoas competentes, com opções dentro de cada área”, pontuou.
O vice-governador também sinalizou que a prioridade será valorizar os quadros internos, garantindo estabilidade e continuidade às políticas públicas em andamento. Apenas em casos específicos, segundo ele, poderá haver a incorporação de novos nomes, sempre com foco na eficiência administrativa e no interesse público.
Ao avaliar o atual cenário do Estado, Pivetta demonstrou confiança nos resultados alcançados, especialmente na área econômica. “O governo mostra que está satisfeito com sua economia, e nós vamos continuar, aperfeiçoar e melhorar nos pontos em que for possível”, afirmou, destacando que a missão central seguirá sendo a de “continuar servindo e protegendo a sociedade”.
A fala do vice-governador sinaliza uma postura de cautela e construção política gradual, indicando que, apesar das movimentações de bastidores, o foco do governo permanece na gestão e na estabilidade administrativa, enquanto o debate eleitoral deverá ocorrer de forma aberta e sem imposições dentro da base aliada.



