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APURAÇÃO

Senadores de MT assinam pedido de CPI para investigar fraudes no extinto Banco Master

Da Redação

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Mesmo durante o recesso parlamentar, os senadores Jayme Campos (União Brasil) e Wellington Fagundes (PL) estão entre os parlamentares que assinaram o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar crimes e fraudes atribuídos a operadores do extinto Banco Master.

O objetivo da CPI é apurar eventuais irregularidades cometidas durante a atuação da instituição financeira, que teve suas atividades posteriormente liquidadas.

A proposta é de autoria do senador Eduardo Girão (Novo-CE) e conta com 42 assinaturas, superando com folga o mínimo constitucional exigido, que corresponde a um terço dos senadores.

Mediante o avanço do requerimento no Senado, cresce a pressão sobre o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Ele já analisa um pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o mesmo tema, que também atingiu o número de assinaturas previsto em lei.

A diferença entre as duas iniciativas está no rito de instalação. Enquanto a CPMI depende da leitura do requerimento em sessão conjunta do Congresso Nacional, com a participação de deputados e senadores, a CPI exclusiva do Senado pode ser instalada diretamente pelo presidente da Casa.

No caso da proposta apresentada por Eduardo Girão, a leitura do requerimento pode ocorrer já na primeira sessão deliberativa do ano legislativo, marcada para 1º de fevereiro. A partir desse ato, caberá ao presidente do Senado designar a presidência da comissão e dar início aos trabalhos de investigação.

A movimentação no Legislativo ocorre em paralelo ao avanço das apurações policiais. Na última quarta-feira (14), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra parentes e aliados do banqueiro Daniel Vorcaro, além de determinar o bloqueio de R$ 5,7 bilhões em bens. As investigações também apuram outras fraudes bancárias, incluindo a venda de carteiras de crédito falsas ao Banco de Brasília (BRB) no valor de R$ 12 bilhões, descoberta na primeira fase da operação, no ano passado.

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