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AMPLO HISTÓRICO

Advogado já condenado por matar amante e delegado é indiciado pelo homicídio de idosa de 72 anos

Da Redação

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, na manhã desta terça-feira, o advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos, que atropelou uma idosa na Avenida da FEB, em Várzea Grande. Ele fugiu do local do acidente após o ocorrido. A prisão foi efetuada pelos policiais da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

O condutor do veículo Fiat Toro, responsável pelo acidente, responderá pelo crime de homicídio doloso por dolo eventual e fuga do local de sinistro.

O atropelamento que vitimou Ilmes Dalmis Mendes da Conceição, de 72 anos, ocorreu por volta das 10 horas. Na ocasião, a vítima estava atravessando a avenida e foi atropelada pelo Fiat Toro, conduzido pelo suspeito. O corpo da vítima foi jogado para o outro lado da via, momento em que foi novamente atropelada por um veículo Fiat Strada.

O motorista do Fiat Toro fugiu do local logo após o acidente. Ele foi localizado, em seguida, pelos policiais da Deletran no Shopping de Várzea Grande. O condutor do Fiat Strada permaneceu no local do acidente, foi ouvido na Deletran e, posteriormente, liberado.

Segundo o titular da Deletran, delegado Christian Alessandro Cabral, a análise das imagens de câmeras de segurança permitiu verificar que a vítima estava a menos de 50 centímetros de alcançar o canteiro central da via, concluindo sua travessia, momento em que ocorreu o atropelamento.

O delegado destacou ainda que, no momento do acidente, o motorista possuía amplo campo de visão e de manobra na via, não havia veículos à sua frente e ele não tentou frear seu veículo, nem desviá-lo da vítima.

“As imagens também revelaram de maneira cristalina que, além de trafegar em altíssima velocidade, o motorista seguiu seu destino após a colisão, como se nada houvesse ocorrido, demonstrando total ausência de preocupação e arrependimento com os fatos”, explicou.

Diante das evidências, foi lavrado o flagrante de homicídio doloso por dolo eventual, uma vez que o motorista assumiu o risco de causar o acidente e a morte da vítima.

Paulo Roberto possui vasto histórico criminal.

Em 2004, Paulo Roberto foi denunciado pelo Ministério Público (MP) por homicídio triplamente qualificado, destruição e ocultação de cadáver e falsa identidade de sua então namorada, Rosimeire Maria Silva. De acordo com a denúncia, Paulo Roberto agiu impulsionado por motivo torpe. Paulo Roberto Gomes dos Santos é acusado ainda de falsa identidade, já que se apresentou como Francisco de Angelis Vaccani Lima diante do delegado do caso, João Bosco de Barros, da Delegacia de Homicídios.

Paulo Roberto teria assassinado a amante porque descobrira, por meio de uma investigação particular, que ela havia saído um final de semana na companhia de um homem, com quem foi vista abraçada. Revoltado, Paulo Roberto convidou a amante para uma viagem, a qual fez com uma caminhonete emprestada de um amigo. Esse detalhe é uma das armas do Ministério Público, que o acusa de ter premeditado o crime, razão pela qual utilizou um veículo com carroceria para transportar o corpo. Chegando ao motel Requinte, em Juscimeira, os dois teriam discutido e Paulo Roberto a matou, cortando em seguida a cabeça e as falanges dos dedos. A cabeça da mulher foi jogada no rio São Lourenço e nunca foi encontrada.

Ele também já foi condenado pelo assassinato de um delegado no Rio de Janeiro. Na época, ele atuava como policial civil e matou o delegado com um tiro na nunca e foi preso em flagrante. Condenado a 19 anos de prisão, foi expulso da Polícia.

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