ESTÃO BEM POSICIONADOS
Botelho projeta “ano legislativo curto” e prevê renovação mínima na ALMT
Da Redação
Líder experiente na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado Eduardo Botelho (União Brasil) avalia que 2026 será um “ano legislativo curto”, na prática, de apenas seis meses de atividade plena, em razão do calendário eleitoral e da disputa pela reeleição que envolverá a maioria dos parlamentares da Casa.
Em conversa com jornalistas nesta segunda-feira (2), logo após a abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, Botelho fez uma leitura realista do cenário político e sinalizou que o ritmo do Parlamento tende a mudar à medida que a campanha se aproxima.
Para ele, o tempo institucional será comprimido entre sessões, negociações e articulações eleitorais. Ao ser questionado sobre o nível de renovação esperado para a próxima legislatura, o deputado foi direto: a mudança deverá ser mínima.
Segundo Botelho, praticamente todos os atuais parlamentares estão bem posicionados politicamente e competitivos eleitoralmente, o que tende a reduzir o espaço para novatos.
Ele lembrou ainda que, com a decisão da deputada Janaina Riva de não disputar a reeleição, 23 dos 24 deputados atuais deverão tentar permanecer na Casa, o que reforça a perspectiva de continuidade.
“Eu acredito que a renovação vai ser muito baixa. Devem perder mandato três ou quatro, no máximo, muito mais por escolha partidária do que por falta de voto”, avaliou.
Para o parlamentar, pesquisas internas e movimentos de base já indicam que a maioria dos deputados construiu capital político suficiente para disputar em condições favoráveis.



