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RIGOR

Após Operação Gorjeta, Samantha Iris defende pente-fino nas emendas e reforça critérios de controle

Da Redação

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A vereadora Samantha Iris (PL) defendeu a realização de um pente-fino nas emendas parlamentares destinadas a institutos. Segundo a parlamentar, a adoção de critérios mais rígidos não é uma reação pontual, mas uma prática que já vinha sendo implementada pela atual gestão municipal. “

Acho que deve passar por um pente-fino. Esse é um comportamento que a gestão do Abilio vem adotando desde o ano passado”, enfatizou.

As declarações ocorrem após a Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil para apurar suspeitas de corrupção no envio de recursos públicos. A investigação resultou no afastamento do vereador Chico 2000, suspeito de envolvimento no esquema.

Samantha destacou que o próprio prefeito Abilio Brunini (PL) já havia discutido com vereadores a necessidade de cautela no direcionamento de emendas. “No ano passado, ele chegou a conversar com vereadores sobre institutos em relação aos quais não tinha segurança para encaminhar recursos e, por isso, decidiu não encaminhar. A gestão já vem fortalecendo essa política de verificar para onde estão indo as emendas”, afirmou.

Questionada se também destinou recursos a institutos, a vereadora confirmou que sim e disse confiar nas entidades beneficiadas. “Mandei para alguns institutos e acredito que são confiáveis. Inclusive, para um instituto ligado à Igreja Católica, com a finalidade de realizar eventos da igreja”, pontuou.

A Operação Gorjeta foi deflagrada no dia 27 pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e investiga um suposto esquema envolvendo emendas parlamentares, um instituto sem fins lucrativos, empresas privadas e servidores da Câmara Municipal e da Secretaria Municipal de Esportes. Conforme a Polícia Civil, parte dos recursos destinados a projetos esportivos teria sido desviada e retornado ao próprio vereador por meio de mecanismos indiretos.

Além do afastamento do parlamentar investigado, a Justiça determinou a suspensão das atividades do instituto alvo da apuração e ordenou que a Controladoria-Geral do Município realize auditorias em todos os termos de parceria firmados com a Prefeitura de Cuiabá. Ao todo, cerca de R$ 676 mil foram bloqueados em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de veículos, imóveis e outros bens.

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