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DE OLHO

Câmara pressiona Águas Cuiabá e cobra garantia de esgoto antes de novo asfalto na capital

Da Redação

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A Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Câmara Municipal de Cuiabá realizou, na tarde desta quinta-feira (05), mais uma reunião ordinária. A reunião foi conduzida pelo vereador Dídimo Vovô (PSB), presidente da comissão, e contou com a participação dos vereadores membros Adevair Cabral (Solidariedade) e Kássio Coelho (Podemos), além da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que contribuiu ativamente com o debate.
A reunião teve início com a leitura e aprovação da ata da reunião anterior. Em seguida, os parlamentares deram as boas-vindas ao representante da concessionária Águas Cuiabá, o diretor Leonardo Mena, que prestou esclarecimentos sobre os investimentos realizados pela empresa no município.
Durante o encontro, foram discutidos os aportes financeiros feitos pela concessionária ao longo do ano de 2025, bem como as previsões de investimentos para o exercício de 2026. De acordo com o presidente da comissão, os esclarecimentos apresentados atenderam às demandas levantadas pelos parlamentares.
“Nós fizemos alguns questionamentos ao Leonardo sobre os investimentos do ano passado e também sobre os valores que deverão ser aportados neste ano de 2026. Foi uma explicação bastante ampla, especialmente sobre a quantidade de redes de esgoto atualmente ligadas no município de Cuiabá, assim como aquelas que já estão executadas”, destacou o vereador Dídimo Vovô.
O presidente avaliou de forma positiva as informações repassadas, principalmente no que se refere aos investimentos previstos para a ampliação da rede de esgoto. No entanto, também alertou para os impactos da ausência dessa infraestrutura em obras de pavimentação previstas para a capital.
“Ficamos satisfeitos, principalmente, com esse oferecimento milionário, que contribui diretamente para os investimentos que a Prefeitura Municipal de Cuiabá pretende realizar neste ano, na ordem de R$ 120 milhões. Porém, existe a preocupação com a possibilidade de execução de pavimentação sem a devida implantação da rede de esgoto. Caso isso ocorra, o asfalto será feito sem essa infraestrutura essencial, o que gera grande constrangimento à população cuiabana, pois futuramente será necessário quebrar o pavimento ou as calçadas para a instalação da rede”, afirmou Dídimo.
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