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CRIMES CIBERNÉTICOS

Ex-presidente da Unimed Cuiabá e ex-consultor são alvos da 3ª fase da Operação Short Code

Kamila Araújo

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Rubens Oliveira, ex-presidente da Unimed Cuiabá; Eroaldo de Oliveira, ex-consultor executivo da cooperativa; Maurício Coelho, ex-marqueteiro ligado à antiga gestão; e José Xavier, programador de sistemas, são os alvos da terceira fase da Operação Short Code, deflagrada nesta sexta-feira (6) pela Polícia Civil de Mato Grosso.

A nova etapa da investigação apura crimes cibernéticos e delitos contra a honra direcionados à atual diretoria da cooperativa médica. As medidas cautelares foram cumpridas em Cuiabá, Aparecida de Goiânia e Morrinhos, em Goiás, onde ocorreu o cumprimento de mandados contra o programador investigado.

Entre as determinações judiciais estão a proibição de contato e comunicação entre os investigados, a desativação de perfis em redes sociais e a retirada do ar de um site que, segundo a investigação, foi criado com o objetivo de atingir a reputação institucional da Unimed Cuiabá e a honra pessoal de seus atuais dirigentes.

Conforme apurado durante as diligências, a Polícia Civil identificou que a concepção do suposto esquema de disparos em massa teria partido do ex-presidente Rubens Oliveira em conjunto com o ex-consultor executivo. Já a execução operacional, envolvendo tecnologia e disseminação de conteúdo, teria ficado a cargo do ex-marqueteiro e do programador.

O inquérito é conduzido pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, sob responsabilidade do delegado Sued Dias da Silva Júnior. Segundo ele, esta etapa marca o encerramento da investigação, com a conclusão dos interrogatórios e a elaboração do relatório final prevista para os próximos dias. Após isso, o procedimento será encaminhado ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso, que avaliará a apresentação de denúncia criminal.

As apurações tiveram início em 2024, após a identificação de um site falso que divulgava informações inverídicas contra o plano de saúde e seus gestores. No avanço das investigações, a polícia identificou uma estrutura organizada voltada ao envio de mensagens em massa por SMS, utilizando serviços de short codes, além da manutenção de portais e perfis digitais usados para ataques sistemáticos à atual gestão.

A primeira fase da operação ocorreu em junho de 2025, com o cumprimento de ordens judiciais em Mato Grosso e Goiás contra integrantes da rede de desinformação vinculada à antiga administração da cooperativa. Já a segunda fase, em setembro de 2025, resultou no bloqueio nacional de um site, remoção de perfis em redes sociais e proibição da criação de novas plataformas digitais com o mesmo objetivo.

Com a terceira fase, a Polícia Civil afirma ter reunido os elementos necessários para o desfecho do caso, que agora avança para a esfera do Ministério Público e do Poder Judiciário.

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