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Câmara de Cuiabá rejeita investigação contra Chico 2000; veja como cada vereador votou

Thalyta Amaral e Renato Ferreira

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A Câmara de Cuiabá rejeitou, em votação nesta terça-feira (10), a abertura de comissão processante contra o vereador Chico 2000 (PL). A representação por suposta quebra de decoro parlamentar não alcançou os votos necessários para avançar e acabou arquivada pela maioria dos parlamentares.

O pedido de investigação interna foi protocolado na semana passada pelo advogado Julier Sebastião, que sustentou a necessidade de apuração da participação do vereador no suposto esquema de desvio de dinheiro público através de emendas parlamentares. Em plenário, porém, o placar foi desfavorável à abertura do processo: foram 7 votos “sim”, 15 “não”, além de 1 abstenção e 2 ausências. A presidente da Casa, Paula Calil (PL), não vota.

Como votou cada vereador
Votos contrários: Adevair Cabral (SD), Alex Rodrigues (PV), Baixinha Giraldelli (SD), Daniel Monteiro (Republicanos), Demilson Nogueira (PP), Dídimo Vovô (PSB), Ilde Taques (PSB), Jefferson Siqueira (PSD), Kássio Coelho (Pode), Marcrean Santos (MDB), Marcus Brito (PV), Maria Avalone (PSDB), Mário Nadaf (PV), Sargento Joelson (sem partido) e Wilson Kero Kero (PMB).

Votos favoráveis: Dilemário Alencar (União), Katiuscia Manteli (PSB), Maysa Leão (Republicanos), Michelly Alencar (União), Ranalli, Samantha Íris (PL) e T. Coronel Dias (Cidadania).

Abstenção: Dra. Mara (Pode).

Contexto das investigações
A tentativa de abertura da comissão ocorre em meio a uma sequência de afastamentos judiciais do parlamentar. Chico 2000 voltou a ser afastado do mandato no último dia 27, após se tornar alvo da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso, por suposto pagamento de propina por meio de emendas parlamentares para a realização de eventos.

Este é o terceiro afastamento em curto intervalo, dentro de investigações que apuram suspeitas de corrupção e desvios de recursos públicos na Câmara Municipal de Cuiabá.

O primeiro afastamento ocorreu em abril de 2025, durante a Operação Perfídia, quando Chico 2000 e o vereador Sargento Joelson foram acusados de receber R$ 250 mil em propina da empreiteira HB20, responsável pelas obras do Contorno Leste da capital. Segundo as apurações, o pagamento teria ocorrido em troca de apoio político à aprovação de projetos que beneficiariam a construtora.

À época, o Núcleo de Inquéritos Policiais determinou o afastamento imediato dos parlamentares, que só retornaram às atividades em setembro, após decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

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