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BASTIDORES DO GOVERNO

Pivetta descarta Amauri e Carmona no governo e projeta mulher na Educação

Kamila Arruda e Renato Ferreira

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O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), descartou a possibilidade de convidar integrantes do primeiro escalão de Cuiabá para assumir secretarias no governo estadual diante das mudanças previstas na administração estadual devido as eleições de 2026. Entre os nomes ventilados nos bastidores estavam o secretário municipal de Educação Amauri Monge e a secretária de Saúde Daniela Carmona.

Ele admitee que ambos tem feito excelente trabalho no município, mas frisa que “não vai mexer em time que está ganhando”.

“Amauri é secretário do município, está servindo Cuiabá. Cuiabá é importante para nós, para o Estado. Tem cerca de 20% das crianças de Mato Grosso, então ele está fazendo um bom trabalho lá e, para nós, está bom assim. […] Vale a mesma coisas, a mesma visão que eu tenho, ela (Carmona) é uma profissional de alto gabarito, tá servindo bem Cuiabá e, nesse quesito, Cuiabá representa ainda mais do que 20% do que do estado todo. Eu acho que tá indo bem, não vou mexer em time que tá ganhando”, afirmou o republicano nesta quarta-feira (04).

Na Secretaria de Educação, que deve ficar vaga com a provável saída do atual titular Allan Porto para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, o vice-governador também descartou a escolha do vereador por Cuiabá Daniel Monteiro (Republicanos), outro nome que vinha sendo cogitado.

Pivetta indicou que a tendência é que a pasta passe a ser comandada por uma mulher, embora não tenha revelado quem poderá assumir o posto. “Estamos refletindo sobre isso, mas será uma mulher”, garantiu.

Além isso, o vice-governador sinalizou que secretários adjuntos possam assumir funções de forma efetiva ou interina. Ele destacou que o governo possui uma equipe técnica preparada para assumir responsabilidades quando necessário.

“Nós temos um time titular e temos os reservas. Temos um governo com uma equipe muito experiente e adjuntos qualificados, preparados e entrosados no trabalho”, afirmou.

Mudanças no primeiro escalão

Nos bastidores do governo, a expectativa é de uma “dança das cadeiras” no primeiro escalão nas próximas semanas. Secretários que pretendem disputar cargos nas eleições deste ano precisarão deixar o governo dentro do prazo de desincompatibilização, previsto para o início de abril.

Além da Educação e da Saúde, outra mudança possível é na Casa Civil. O atual chefe da pasta, Fábio Garcia, deve deixar o cargo para disputar a reeleição a deputado federal. Um dos nomes mais cotados para assumir a função é o empresário Mauro Carvalho (PRD), aliado próximo do governador Mauro Mendes (União) e do próprio Pivetta.

Outros nomes também são citados nos bastidores, como o ex-prefeito de Rondonópolis Adilton Sachetti (Republicanos) e o presidente estadual do Republicanos, Eduardo Mancioli.

As mudanças fazem parte da reorganização administrativa que deve ocorrer no governo estadual conforme o calendário eleitoral e as articulações políticas para a disputa de 2026.

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