A suspensão do júri dos acusados de participação no assassinato do advogado Roberto Zampieri, provocada por um problema pulmonar apresentado por um dos jurados, virou combustível para uma troca de farpas no meio jurídico.
Integrante da defesa, a advogada Sarah Quinetti publicou que não foi necessário “abandonar plenário”, em uma aparente alfinetada ao advogado Elson Marcelino da Silva Junior, que atua na defesa de Carlos Alberto Gomes Bezerra e deixou a sessão de julgamento após ter pedidos rejeitados.
“Não precisamos abandonar plenário. Muito menos escandalizar. Eu sei de onde vim!”, escreveu Sarah nos stories ao compartilhar a notícia sobre o adiamento do júri.
A referência seria ao julgamento de Carlos Alberto, acusado pelas mortes de Thays Machado e Willian César Moreno. Na sessão realizada em 21 de julho, a defesa comunicou que não faria o júri após decisões contrárias aos pedidos apresentados e deixou o plenário.
A magistrada responsável pelo processo classificou a retirada como uma possível “tática de defesa” e determinou que a Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná fosse comunicada para avaliar eventual infração disciplinar.
No caso Zampieri, por outro lado, a sessão foi interrompida por uma questão de saúde envolvendo um dos integrantes do Conselho de Sentença.




