BUSCA PELA REELEIÇÃO AO PAIAGUÁS
Prefeito do PL desafia palanque de Wellington e declara apoio a Pivetta
Muvuca Popular
O prefeito de Campo Novo do Parecis, Edilson Piaia (PL), declarou apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) durante agenda política realizada na quinta-feira (17). A manifestação contraria o palanque estadual do próprio partido, que tem Wellington Fagundes como candidato ao Governo de Mato Grosso.
Ao defender a continuidade de Pivetta no Palácio Paiaguás, Piaia afirmou que o governador reúne experiência nas administrações pública e privada e deverá ampliar os investimentos nos municípios.
“Tenho certeza de que Pivetta, à frente do Estado, fará muito mais com seu conhecimento na administração privada e pública. É uma pessoa que, com certeza, vai trazer recursos para os municípios e para os gestores fazerem o melhor trabalho possível atendendo à população”, declarou.
O prefeito também atribuiu a Pivetta parte das ações executadas pelo Governo do Estado ao longo dos últimos anos e afirmou que a reeleição representaria a continuidade dos investimentos realizados nas cidades mato-grossenses.
“Pivetta vem há, praticamente, oito anos trabalhando e desenvolvendo o nosso Mato Grosso em todos os municípios. Tem conhecimento e gestão para fazer e transformar”, acrescentou.
Piaia citou obras e repasses destinados a Campo Novo do Parecis como justificativa para o apoio. Segundo ele, os investimentos estaduais no município ultrapassaram R$ 280 milhões e alcançaram áreas como educação, saúde, infraestrutura e segurança pública.
Entre as ações mencionadas estão a construção de uma escola estadual, a destinação de mais de R$ 10 milhões para uma nova creche, a pavimentação da MT-488, o repasse de R$ 28 milhões para o programa Fila Zero e o investimento de R$ 13 milhões na recuperação do asfalto da comunidade Nossa Senhora Aparecida.
O prefeito também destacou a instalação de uma unidade da Politec e de um polo de formação de policiais no município. A declaração amplia o grupo de lideranças que, apesar de filiadas a partidos adversários, passaram a defender publicamente a permanência de Pivetta no comando do Estado.



