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Prefeito diz ser vítima de injustiça e diz que acusação do MP é absurda

Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, falou pela primeira vez sobre o retorno ao cargo durante discurso no bairro São João Del Rei, na noite de terça-feira (30). Ele disse ter sido vítima de injustiça e que o mandato dele foi seqüestrado por 37 dias, com a deflagração da Operação Capistrum.

“Me tomaram 37 dias do meu mandato com a acusação mais absurda da história de Cuiabá”, discursou.

Ontem foi o primeiro evento público que ele compareceu, com a entrega de mais de 6 km de pavimentação do bairro São João Del Rei. Emanuel Pinheiro deixou o cargo em 19 de outubro com a acusação de ter utilizado politicamente de contratações irregulares na Prefeitura de Cuiabá e que o mesmo seria um “canhão político” para ele.

“Foi a maior injustiça que um homem público sofreu nos últimos anos foi essa que atingiu a mim e a minha família. Mas a verdade virá a tona e vamos mostrar para a sociedade cuiabana de onde está vindo tanta violência, tanto ódio e tanta perseguição, mas que eu respondo com trabalho, trabalho e mais trabalho para beneficiar a vida das pessoas”.

No evento ele também disse que vai deixar no passado os entreveros com o governador Mauro Mendes e quer manter o diálogo com o governo do Estado. Ele também reconheceu o trabalho do vice-prefeito José Roberto Stopa por ter criado essa ponte com o governo estadual.

“Chega de briguinhas, chega de picuinhas. Não importa se eu gosto ou não do governador, se ele gosta ou não de mim, o que importa é que eu amo Cuiabá e me importo com a minha cidade e quero cada vez fazer mais obras e beneficiar a vida de quem mais precisa. Se ele quiser parceria, terá todo meu apoio. Lá atrás o Stopa se reunia e esse elo de  ligação será mantido, se essa ponte for a pessoa dele, quero criar uma ponte entre o Alencastro e o Paiaguás”.

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