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Fonte: TSE Atualiza em 30s

Investigado por fake news roubava bancos

 

 

Servidor temporário da Secretaria Municipal de Saúde, identificado como William Sidney Araújo de Moraes, investigado por integrar uma possível associação criminosa que atuava espalhando calúnia, difamação, injúria, perseguição e falsa identidade contra empresários, servidores e agentes públicos do estado é considerado “de alta periculosidade”.

Segundo delegado Ruy Guilherme Peral, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), o investigado, é condenado a 16 anos e 11 meses de prisão por ser um dos líderes de uma quadrilha que praticou furtos qualificados contra bancos em Mato Grosso, Goiás e Tocantins.

“Atualmente ele é funcionário contratado da Secretária Municipal de Saúde e figura como suspeito de praticar delitos de roubo majorado, extorsão, ameaça, calúnia, difamação e injúria. É temerário que um indivíduo de tal periculosidade e que ainda cumpre pena no regime semiaberto seja integrante da possível associação criminosa investigada”, afirmou o delegado por meio da assessoria de imprensa.

Em nota, a prefeitura de Cuiabá informou que o investigado já foi desligado do quadro de servidores do município.

Penas previstas

Com a entrada em vigor da Lei nº 13.964/19 – Pacote Anticrime, os crimes contra a honra praticados ou divulgados pelas redes sociais terão a pena triplicada.

Além disso, há hipóteses de somatório de penas com outros delitos praticados no mesmo contexto. Sendo que os investigados podem ser condenados, no presente caso a penas que ultrapassam dez anos de prisão.

Operação Fake News

Polícia está cumprindo 6 mandados de busca e apreensão contra 3 investigados no inquérito. Um deles, já identificado, é Marco Polo Pinheiro, Popó Pinheiro, irmão do prefeito de Cuiabá. O delegado Ruy Guilherme Peral esteve no apartamento dele e apreendeu diversos HDs. Além de Popó, também William também é investigado e um assessor da prefeitura.

O trio investigado atuava espalhando calúnia, difamação, injúria, perseguição e falsa identidade contra empresários, servidores e agentes públicos do estado.

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