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Em fala de Ano Novo, Bolsonaro diz que “a liberdade tem que ser respeitada”

Ele aproveitou para reafirmar que não apoiou o passaporte vacinal e nem qualquer restrição àqueles que não desejam se vacinar

 

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento de Ano Novo em cadeia nacional de rádio e televisão na noite desta sexta-feira, 31, e disse esperar que, em 2022, “tudo se volte à normalidade”.

Na fala, que foi gravada anteriormente, o presidente lembrou que no ano que vem se comemora o bicentenário da Independência do Brasil.

Bolsonaro disse que assumiu um Brasil “com sérios problemas morais, éticos e econômicos” e que formou um ministério com “pessoas capazes para enfrentar a todos os desafios”.

O presidente destacou a aprovação da lei de liberdade econômica e a conclusão de obras inacabadas em governos anteriores. Ele também disse que sua gestão fez “ressurgir o modal rodoviário”.

Ele ainda afirmou que sua gestão completa três anos sem casos de corrupção.

Em relação à pandemia, disse que o governo federal “dispensou recursos bilionários para que Estados e municípios se preparassem”.

Ele criticou a política de fechamento adotada por governadores e prefeitos e argumentou que a “quebradeira econômica” só não se tornou realidade graças a medidas implementadas por sua equipe.

“Mostramos nossa identidade ao socorrer os mais humildes, que tinham sido abandonados pelos que tinham mandado fechar tudo”, afirmou.

Segundo ele, mais de 11 milhões de empregos foram preservados, e 2021 termina com 3 milhões de empregos e 5 milhões de empresas abertas.

Jair Bolsonaro também destacou que todas as 380 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas no Brasil foram adquiridas pelo governo federal.

O presidente aproveitou o pronunciamento para reafirmar que não apoiou o passaporte vacinal e nem qualquer restrição àqueles que não desejam se vacinar.

Ele defendeu a vacinação de crianças somente com consentimento dos pais e prescrição médica. “A liberdade tem que ser respeitada”, disse.

Bolsonaro disse que a inflação que assola o Brasil é “consequência da equivocada política do ‘fica em casa, a economia a gente vê depois’”.

O presidente da República também prestou solidariedade aos atingidos pelas fortes chuvas que atingem sobretudo à Bahia e Minas Gerais.

Ele finalizou dizendo que o Brasil tem um governo que “crê em Deus, respeita o seus militares, defende a família e deve lealdade ao seu povo”.

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