sexta-feira, 16 outubro, 2026

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Vídeo: Audiência acaba em pancadaria em Câmara de vereadores

Da Redação

 

Uma audiência pública na Câmara Municipal de Taboão da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo, foi encerrada, na noite de quinta-feira (28), após uma confusão e pancadaria entre os presentes. A audiência foi realizada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) no prédio da administração municipal, para discutir o orçamento estadual para o ano que vem.

Apoiadores do atual prefeito José Aprígio da Silva (Podemos) e do ex-prefeito Fernando Fernandes (PSDB) iniciaram uma discussão durante a reunião organizada pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que foi interrompida antes do previsto.

A prefeitura alega, em nota, que, durante o evento, servidores da Alesp “protagonizaram uma série de atos agressivos e violentos” e teriam ameaçado o prefeito da cidade, José Aprígio, e o secretário de Governo, Mário de Freitas, de morte. Os dois registraram boletim de ocorrência no 1º DP de Taboão.

A administração ainda afirmou que o prefeito foi agredido pela deputada estadual Analice Fernandes (PSDB), “quando se aproximou de forma visivelmente agitada e, de maneira agressiva, puxou o microfone dele; logo após, o empurrou do púlpito”.

“A Prefeitura de Taboão da Serra repudia a ação e lamenta o comportamento agressivo de assessores da deputada Analice Fernandes e de seu esposo e ex-prefeito Fernando Fernandes, como comprovam as imagens dos vídeos. O prefeito Aprígio e seu secretariado manifestam compromisso e apoio com a democracia, a liberdade de expressão de seus munícipes e expressam veemente repúdio a todos os atos ocorridos e à depredação das instalações da Câmara Municipal da cidade”, concluiu.

A Alesp também se manifestou em nota afirmando que “lamenta e condena a confusão ocorrida durante a audiência pública”.

“O Parlamento Paulista promove anualmente, de forma descentralizada, os encontros em diferentes cidades e regiões do Estado, com objetivo justamente contrário: o de ampliar a participação dos cidadãos no processo de elaboração das leis estaduais, contemplando as diferentes visões e realidades. Dessa forma, repudia qualquer forma de violência que atente contra os direitos individuais e coletivos e contra a democracia”, concluiu a Alesp.

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