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CITOU DESCRÉDITO DA GESTÃO FEDERAL

Distanciamento político de Abílio e Lula prejudica Cuiabá e limita acesso a recursos federais

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Ao evitar a todo custo qualquer tipo de aproximação pública com o Governo Federal, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), parece estar colocando interesses políticos pessoais acima das necessidades da capital mato-grossense. Apesar de ter enviado representantes para Brasília, a recusa de Brunini em manter agendas diretas e visíveis com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem resultado em um número muito limitado de aprovações para projetos da cidade.

Até agora, apenas três projetos de Cuiabá foram aprovados no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mesmo com cerca de 40 propostas protocoladas pela gestão municipal. O baixo índice de aprovação reforça a crítica de que a postura de distanciamento político adotada por Brunini pode estar travando o acesso a recursos essenciais para a capital.

Em coletiva na quinta-feira (9), o prefeito tentou minimizar a situação, afirmando que até gestores aliados do PT enfrentam dificuldades semelhantes e que a questão não seria política, mas sim burocrática. “Eu não vou puxar saco”, disse, deixando claro que prefere manter distância do Planalto.

“Nós protocolamos pedido de PAC em todos os processos. Todos. Mas os outros não foram aprovados. E os projetos, só para você ter ideia, não é nem a gente que elabora. O próprio Governo Federal dá o projeto pronto. A única coisa que ele pede é que a Prefeitura informe o local e anexe o projeto”, afirmou.

Porém, na política, a visibilidade e a interlocução direta são fundamentais para destravar recursos, em especial em um cenário onde a disputa por verbas é acirrada. Ao rejeitar reuniões e agendas públicas ao lado do presidente Lula, o prefeito parece priorizar a manutenção de uma postura política de oposição por oposição, em vez de buscar resultados concretos para Cuiabá.

Além disso, Brunini afirmou que até prefeitos aliados enfrentam dificuldades, citando inclusive o prefeito de Fortaleza, um dos principais municípios do Nordeste, tradicional base do PT, que, segundo ele, também não tem garantido recursos federais. A crítica, no entanto, não justifica a falta de esforço do prefeito cuiabano em fortalecer sua articulação política para atender a população local.

“Ele tem contato, tira foto, vai até lá, faz média com o governo, mas mesmo assim o dinheiro não chega. Então não sou eu que vou começar a bajular, porque isso não tem garantido recurso para ninguém”, disse.

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