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CARTÓRIO CENTRAL

Chefe de facção que rompeu tornozeleira é preso em operação com 650 policiais

Da Redação

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A principal liderança de facção criminosa foi presa na Operação Cartório Central que mobiliza 650 policiais civis na manhã desta quarta-feira (14). A ação é considerada uma das maiores ações da Polícia Judiciária Civil nos últimos anos. A ofensiva é resultado de mais de um ano de investigação e tem como alvo uma organização criminosa com atuação estruturada em Primavera do Leste e região. A prisão foi realizada na cidade de Castelo dos Sonhos, no Pará. O investigado havia rompido a tornozeleira eletrônica.

Conforme explicou o delegado Rodolpho Garcia Guimarães Bandeira, responsável pelas investigações, o trabalho começou ainda em novembro de 2024, a partir de apurações voltadas ao combate às facções criminosas. Segundo ele, foi identificado um núcleo responsável pelo controle financeiro do grupo, com registros detalhados de agiotagem, extorsões e outras atividades ilícitas, o que deu base para a dimensão da operação. Ao longo da investigação, também foram realizados flagrantes envolvendo armas, drogas e veículos.

A operação Cartório Fechado cumpre 471 ordens judiciais, sendo 225 mandados de prisão preventiva, 225 de busca e apreensão domiciliar e 21 medidas de bloqueio e indisponibilidade de valores, todas expedidas pela 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste. As ações ocorrem simultaneamente em diversas cidades de Mato Grosso e também nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Acre e São Paulo, com apoio de forças policiais locais e unidades especializadas.

De acordo com a Polícia Civil, o objetivo central da operação é desarticular a estrutura da facção, identificar e responsabilizar seus integrantes, além de interromper o fluxo financeiro ilícito que sustenta as atividades do grupo e reduzir seu poder de influência territorial.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Primavera do Leste, por meio da Divisão de Investigação sobre Entorpecentes, revelaram uma organização criminosa com hierarquia definida, divisão de funções, logística própria e controle financeiro rigoroso. O grupo mantinha um sistema interno de arrecadação, repasses e cobrança de dívidas ilegais, além de coordenar o tráfico de drogas e impor regras internas, com indícios robustos de envolvimento em crimes como lavagem de dinheiro, extorsão, associação criminosa e controle territorial.

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