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OPERAÇÃO SMOKE

Grupo usava nome de juiz e desembargador de MT para “vender” sentenças

Muvuca Popular

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Alvos da Operação Smoke, deflagrada nesta quarta-feira (4) pela Polícia Civil de Mato Grosso, utilizavam o nome do juiz Geraldo Fidélis e de um desembargador de Mato Grosso para aplicar golpes. A informação foi apurada pela reportagem do Muvuca Popular.

Entre os investigados está o advogado Liomar Santos de Almeida, que já foi sócio do filho do magistrado. Outro alvo é o bacharel em Direito Dimas Pimentel Barroso, apontado como sobrinho de consideração de Fidélis.

De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, o grupo criminoso abordava familiares de pessoas presas e prometia decisões judiciais favoráveis. Para dar credibilidade à fraude, alegavam ter influência junto a integrantes do Poder Judiciário e mencionavam nominalmente os magistrados.

Em troca, exigiam o pagamento de altos valores, sob o argumento de que o dinheiro seria repassado a terceiros com suposta capacidade de interferir em decisões judiciais.

As negociações ocorriam tanto em encontros presenciais quanto por meio de aplicativos de mensagens, sempre com a orientação de que as tratativas fossem mantidas em absoluto sigilo.

Ao todo, foram cumpridas 15 ordens judiciais expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias da Capital. As medidas incluem três mandados de busca e apreensão, três determinações de medidas cautelares diversas da prisão e nove quebras de sigilos bancário, fiscal e telemático.

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