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POLÊMICA NA CÂMARA DE CUIABÁ

“Me senti jogada na boca do leão”, desabafa Baixinha sobre áudios vazados

Kamila Arruda

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A vereadora por Cuiabá Baixinha Giraldelli (Solidariedade) usou a tribuna durante a sessão ordinária desta quinta-feira (12), para fazer um desabafo sobre a polêmica envolvendo sua ex-assessora de imprensa, a jornalista Larissa Malheiros, acusada de ser responsável pelo vazamento de áudios de vereadores.

Visivelmente emocionada, a parlamentar afirmou ter se sentido exposta, pois os vereadores realizaram uma reunião para tratar do assunto, sem antes terem falado com ela. “Eu fui exposta em uma reunião com 19 vereadores e disseram que meu celular estava clonado. Todos falaram que acreditavam em mim, mas me senti muito mal com essa situação”, declarou.

A parlamentar disse ainda que ficou magoada com a forma como o caso foi conduzido, principalmente pelo vereador Demilson Nogueira (PP), que teria relatado a suposta origem do vazamento durante a reunião. “Com todo respeito e admiração que tenho pelo Demilson, ele poderia ter falado comigo primeiro, e não me exposto na frente de todos. Eu me senti alvo de uma armação”, afirmou.

Durante o pronunciamento, Baixinha também saiu em defesa de Larissa Malheiros e criticou as acusações feitas sem provas. “Acusar sem provas é complicado. Ninguém pensou na profissional e nem na minha pessoa. Quem me conhece sabe que eu não mando recado para ninguém”, disse.

A vereadora ressaltou que Larissa trabalhou cerca de um ano em seu gabinete e que o contato entre elas era feito apenas por telefone. Segundo Baixinha, a jornalista nunca teve acesso a equipamentos ou dados que pudessem justificar a acusação.

“Larissa trabalhou quase um ano comigo, nunca trouxe notebook, nunca teve acesso a nada além do telefone. Eu queria provas antes de qualquer acusação. […] Dou os parabéns para ela por ter coragem de denunciar. A prova é a melhor coisa para acabar com essa história”, disse.

A polêmica ganhou novos capítulos após Larissa Malheiros registrar um boletim de ocorrência por calúnia e difamação contra os vereadores Ilde Taques (Podemos) e Demilson Nogueira (PP).

No documento, a jornalista relata que foi apontada durante a reunião como responsável pelo vazamento de áudios de um grupo de WhatsApp de vereadores de Cuiabá. Segundo o relato, Demilson teria afirmado que a profissional teria clonado o celular da vereadora Baixinha para repassar mensagens à imprensa.

Larissa, no entanto, nega as acusações e afirma que deixou o gabinete da parlamentar em outubro de 2025, sem nunca ter tido acesso ao aparelho pessoal da vereadora.

O caso envolve o vazamento de áudios gravados em um grupo de WhatsApp de vereadores de Cuiabá, ocorrido em fevereiro, em que parlamentares aparecem fazendo críticas à imprensa.

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