LOBISTA INDICIADO
Novo relatório da Polícia Federal aponta indícios do Grupo Fource em compra de decisões no STJ
Muvuca Popular
Conforme reportagem da Folha de São Paulo, em uma manifestação em novembro do ano passado, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, levantou algumas dúvidas a respeito de suspeitas levantadas pela PF a respeito da participação da Fource, empresa de gestão patrimonial que é uma das principais suspeitas de compras de decisão.
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O novo relatório parcial da PF, porém, afirma que “há indícios de envolvimento do Grupo Fource nos fatos investigados” e cita transferências financeiras feitas pelos donos da empresa.
Para a polícia, “ainda não é possível mensurar a correta extensão da atuação e o papel desempenhado [pela empresa] no seio da estrutura criminosa”, porque ainda há diligências pendentes a serem feitas.
Um dos alvos centrais é o empresário Haroldo Augusto Filho, que teve o celular apreendido e está com dados em análise. Ele já havia sido alvo de medidas cautelares na primeira fase da Operação Sisamnes. Também é citado o sócio Valdoir Slapak.
De acordo com a investigação, a Fource foi estruturada formalmente como uma empresa especializada em recuperação judicial e reestruturação de empresas em crise.
No entanto, a suspeita é de que tenha sido utilizada para burlar credores e influenciar decisões judiciais em benefício próprio. Parte dos processos sob suspeita, inclusive, seria de interesse direto dos sócios do grupo.
A da Operação Sisamnes teve início após a apreensão do celular do advogado Renato Zampieri, morto em Cuiabá no mês de dezembro de 2023.


