O Santuário de Elefantes Brasil, localizado em Chapada dos Guimarães (62 km ao norte de Cuiabá), está com vagas abertas para veterinário e tratador de animais. Os profissionais contratados vão trabalhar diretamente nos cuidados com elefantes resgatados de circos e zoológicos, além de outros animais que vivem no local.
As duas vagas são para período integral, com jornada de oito horas diárias, cinco dias por semana e duas folgas. A escala é variável e inclui trabalho aos fins de semana.
Para o cargo de veterinário, é necessário ter graduação em veterinária, registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), experiência comprovada com animais e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida.
O profissional será responsável por acompanhar a saúde dos elefantes e demais animais, realizar exames, administrar medicamentos, monitorar comportamentos e atender emergências. Experiência com animais silvestres, exóticos ou de grande porte será considerada um diferencial.
Já para a vaga de tratador, é exigida experiência no manejo e cuidado de animais, além de CNH. O trabalho inclui preparar alimentos, alimentar os elefantes, limpar os recintos, acompanhar a saúde e o comportamento dos animais e auxiliar na administração de medicamentos prescritos.
Os candidatos também precisam ter disposição para atividades físicas, incluindo carregar até 25 quilos e trabalhar ao ar livre, mesmo sob chuva ou temperaturas de até 40°C. Conhecimento em inglês é um diferencial para as duas funções.
Único santuário de elefantes da América do Sul, o espaço ocupa aproximadamente 1.130 hectares de área natural protegida em Chapada dos Guimarães. A instituição é uma organização sem fins lucrativos que recebe elefantes retirados de situações de cativeiro, oferecendo condições para sua recuperação física e emocional.
Desde sua fundação, o santuário já resgatou 12 elefantes que passaram anos em circos, zoológicos e outras instituições. Atualmente, abriga sete animais da espécie asiática: Maia, Rana, Mara, Bambi, Guillermina, Baby e Sandro.
Diferentemente dos zoológicos, o local não recebe visitantes. A proposta é permitir que os elefantes vivam em grandes áreas naturais, formem vínculos entre si e recuperem comportamentos próprios da espécie, sem a interferência constante de pessoas.













