Segundo dados da Pesquisa IPC Maps, o setor de educação nacional terá uma alta de 5,7% em relação ao ano passado, movimentando aproximadamente R$ 282 bilhões até o final de 2026.
Nesse cenário, cerca de R$ 58,8 bilhões referem-se às despesas com livros em geral, revistas técnicas, materiais didáticos, cadernos e artigos de papelaria; enquanto R$ 223,2 bilhões abrangem os desembolsos com matrículas e mensalidades de cursos diversos, creche, entre outras.
Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá por R$ 92,9 bilhões dos repasses; seguido por Minas Gerais com R$ 29,9 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 23,7 bilhões; Paraná R$ 17,7 bilhões; e em quinto lugar, aparece a Bahia com R$ 13,9 bilhões de gastos das famílias com educação.
Outro destaque do estudo diz respeito ao crescimento de 10,8% na quantidade de serviços educacionais no País. Entre 2025 e 2026, quase 103 mil novas empresas foram abertas, totalizando mais de 1 milhão dessas unidades. Do mesmo modo, o comércio varejista de livros também registrou um crescimento de 9,2% em sua representatividade, contando atualmente com 21.647 livrarias em todo o território nacional.














