A mineração em Mato Grosso movimentou R$ 107,3 milhões em compensações financeiras em 2026, segundo dados do Radar Meio Ambiente, do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O valor corresponde aos royalties pagos pelas mineradoras pela exploração de recursos minerais no estado.
A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) é uma espécie de royalty pago por empresas que exploram minérios como ouro, ferro, cobre, calcário e diamante. Os valores são arrecadados pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e distribuídos principalmente aos municípios e estados afetados pela atividade.
Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá) lidera a arrecadação, com R$ 30,6 milhões, seguida por Peixoto de Azevedo (691 km ao norte), que registrou mais de R$ 13 milhões.
Atualmente, 270 empresas exploram 30 substâncias minerais em Mato Grosso. O ouro se destaca entre os produtos, com R$ 33,1 milhões arrecadados em compensações financeiras.
Entre as empresas, a Nexa Recursos Minerais lidera a arrecadação da CFEM, com R$ 29,1 milhões recolhidos em 2026.














