Alvo de uma investigação sobre suspeitas de corrupção na aprovação de obras e empreendimentos imobiliários em Sinop (a 500 km de Cuiabá), a arquiteta Grazielly Stolarski Lima disputa uma vaga no Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU-MT), órgão responsável por fiscalizar o exercício da profissão. Integrante da Chapa 1, ela foi alvo de mandado de busca e apreensão na segunda fase da Operação Mãos à Obra, deflagrada pelo Gaeco na quarta-feira (28), a oito dias da eleição que renovará o conselho para o mandato de 2027 a 2029.
A investigação apura um suposto esquema de corrupção envolvendo a aprovação de projetos, a liberação de empreendimentos imobiliários e a atuação de agentes públicos no município. Grazielly foi alvo de mandado de busca e apreensão, mas não está entre os cinco investigados presos preventivamente.
Grazielly aparece em material de campanha da Chapa 1, denominada CAU Forte, Arquitetura Valorizada, como candidata a conselheira titular. O grupo é um dos três que tiveram os registros deferidos pela Comissão Eleitoral do CAU-MT em outubro.
Além da Chapa 1, concorrem a Chapa 2, RenovAção, e a Chapa 3, Gestão Eficiente e Valorização Profissional.
A votação está marcada para a próxima quinta-feira, 5 de novembro, exclusivamente pela internet. Os eleitos terão mandato de três anos, de 2027 a 2029.
















