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ELEIÇÕES 2026

Botelho defende debate no União sobre candidatura ao governo, mas diz que não há “sangria desatada”

Kamila Araújo

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União Brasil), defendeu que o partido abra, o quanto antes, a discussão interna sobre a eleição majoritária de 2026, a fim de evitar divisões entre as lideranças da sigla diante do impasse entre o governador Mauro Mendes, que declarou apoio pessoal a Otaviano Pivetta (Republicanos), e o senador Jayme Campos, que já articula sua pré-candidatura ao governo do Estado.

Botelho confirmou que ainda não conversou diretamente com o senador, mas afirmou que o diálogo é inevitável. “Eu acho que precisamos discutir isso agora, de forma partidária. O senador Jayme já colocou o nome dele e deve começar a percorrer o estado em busca de apoio. Vamos conversar com ele, talvez nesta ou na próxima semana, e depois realizar uma reunião partidária para dar um direcionamento ao União Brasil”, disse.

O deputado reforçou que, até o momento, não existe racha dentro do partido, já que o apoio de Mauro Mendes a Pivetta foi manifestado de forma pessoal e não institucional. “Na última reunião do partido, o governador deixou claro que o apoio dele ao Pivetta era um apoio pessoal, de CPF, e que o partido não está comprometido com essa posição. Quando chegar o momento de decidir, essa discussão será feita internamente, com todos os membros do União Brasil”, explicou.

Botelho disse ainda que o tema deve ser tratado com calma e diálogo, sem precipitação, mas com a devida antecedência para evitar prejuízos políticos ao grupo. “Não há sangria desatada, mas é importante discutir isso com tranquilidade antes do início do próximo ano. Temos tempo, mas precisamos conduzir esse debate com maturidade para não criar divisões desnecessárias”, ponderou.

Questionado se a declaração de apoio de Mauro Mendes poderia ser interpretada como infidelidade partidária, Botelho descartou essa leitura. “Não, porque ele não falou em nome do partido, falou em nome dele. O União vai decidir no momento certo, de forma democrática”, afirmou.

O deputado também lembrou que, por se tratar de uma federação partidária, o União Brasil precisa dialogar com outras legendas que integram o bloco, como o Progressistas (PP), antes de qualquer definição.

“Nós temos uma federação, e tudo precisa ser discutido em conjunto. Ainda há muito tempo até as convenções, e o mais importante é manter o grupo unido”, concluiu Botelho.

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