Um ano após o assassinato brutal da rapper Laysa Moraes Ferreira, conhecida como MC La Brysa, a Polícia Civil de Mato Grosso ainda não concluiu o inquérito e não apresentou responsáveis pelo crime. A principal linha de investigação é a de que a morte foi encomendada por uma facção criminosa.
La Brysa desapareceu em 3 de janeiro de 2025 e teve o corpo encontrado uma semana depois, no Rio Cuiabá, enrolado em um cobertor e com uma lata com concreto amarrada aos pés.
Natural de Três Lagoas (MS), a artista tinha 30 anos e morava em Cuiabá havia cerca de um ano, onde participava de batalhas de rima e buscava projeção no hip hop. Ela planejava se mudar para o Rio de Janeiro.
O delegado Edson Pick afirmou que a hipótese de crime passional foi descartada. Segundo ele, a execução pode ter sido ordenada por uma facção criminosa rival, após a vítima publicar fotos nas redes sociais fazendo gestos associados a um grupo criminoso.
A Polícia Civil informou que testemunhas e familiares foram ouvidos e que o inquérito segue em fase de apuração, sem previsão de conclusão.



