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REUNIÃO NESTA TERÇA

Sem diálogo sobre RGA, servidores de MT não descartam greve

Kamila Araújo

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A Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FEESP-MT) não está descarta a possibilidade de uma greve geral caso o Governo do Estado não abra diálogo para negociar o passivo acumulado de 19,52% da Revisão Geral Anual (RGA). O tema será discutido em reunião das lideranças sindicais nesta terça-feira (13), em Cuiabá, e antecede a votação da RGA na Assembleia Legislativa, marcada para esta quarta-feira (14).

A federação convocou dirigentes sindicais de todo o estado para apresentar as providências que poderão ser adotadas caso o Executivo mantenha a posição de não negociar o percentual acumulado que, segundo os sindicatos, deixou de ser reposto aos servidores nos últimos anos.

A presidente da FEESP-MT, Carmem Machado, afirma que a ausência de diálogo é o principal fator de tensão entre governo e funcionalismo. Segundo ela, se a pauta sair da ordem do dia sem qualquer sinalização de abertura de negociação, o movimento sindical deve endurecer.

“Estamos lutando pelo que é nosso direito. Precisamos do reconhecimento por parte do governo de que o Estado não funciona sem o servidor público e, em meio a esse superendividamento causado pelos consignados, precisamos desse recurso para equilibrar nossas finanças. Está na hora do governo abrir a mesa de negociação com as lideranças sindicais”, declarou.

A dirigente também afirmou que, se não houver avanço institucional, a greve passa a ser uma alternativa concreta dentro do processo de mobilização.

Pressão sobre a Assembleia

A reunião antecede a sessão extraordinária da Assembleia Legislativa marcada para quarta-feira (14), às 10h, quando os deputados devem votar a proposta de RGA enviada pelo Executivo. A sessão foi convocada pelo presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB).

Para a federação, o momento exige mobilização direta dos servidores junto ao Legislativo. Carmem Machado convocou as categorias a comparecerem ao plenário como forma de pressionar os parlamentares.

“É importante que todas as categorias lotem as galerias do plenário como forma de pressionar os deputados a votarem o que é justo para o servidor público do Estado”, afirmou.

A federação sustenta que o passivo de 19,52% decorre de reposições inflacionárias não concedidas integralmente ao longo de exercícios anteriores e que a ausência de uma negociação específica sobre esse percentual mantém um passivo financeiro que, segundo os sindicatos, corrói o poder de compra dos salários.

 

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