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EMBATE DE VEREADORAS

Sessão tem troca de farpas entre Maysa e Samanta sobre CPI

Da Redação

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A segunda sessão ordinária da Câmara de Cuiabá foi marcada por tensão nesta quinta-feira (5). A vereadora Maysa Leão (Republicanos) e a primeira-dama e vereadora Samanta Iris (PL) trocaram ‘farpas’ sobre a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra a gestão municipal e sobre os limites do papel fiscalizador do Legislativo municipal.

O clima já vinha carregado após um confronto anterior entre Daniel Monteiro (Republicanos) e a vereadora Drª Mara (Podemos). Da tribuna, Maysa Leão defendeu com veemência a legitimidade do Parlamento para investigar e cobrar o Executivo.

“Como vereadora legitimada nas urnas, tenho por obrigação investigar. Quem não deve, não teme: vem à CPI, prova sua inocência e volta para casa, muitas vezes até com pedido de desculpas. Não podemos ver o prefeito pedir apuração em suas redes sociais e nós nos calarmos”, afirmou.

A parlamentar também criticou o que considera violações ao regimento interno, especialmente no uso do grande expediente e em intervenções fora do tempo regimental.

“A fala do grande expediente é prerrogativa do vereador. Quantas vezes já ouvimos aqui ‘não é verdade’? Tudo o que coloco trago com comprovação. É muito fácil usar cinco minutos de um tempo destinado a falar de gestão para ferir a expressão legítima de um vereador”, acrescentou.

Em resposta, Samanta Iris questionou a coerência de colegas que defendem investigações na Câmara, mas já teriam relativizado o papel fiscalizador do Legislativo em outras ocasiões.

“Vejo colegas defendendo com muita firmeza uma investigação, mas os mesmos já disseram publicamente que esta Casa não é Judiciário e que não deveria investigar o colega Chico 2000, que foi alvo de três afastamentos e teve pedido de prisão solicitado”, declarou.

Maysa interveio por questão de ordem, pedindo que Samanta se ativesse ao tema da gestão municipal e evitasse personalizações. Diante do acirramento, a presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), precisou intervir para conter os ânimos.

Samanta prosseguiu afirmando que a denúncia foi arquivada pelo Ministério Público Estadual e que os documentos estavam disponíveis para consulta. Ainda assim, ponderou que cada vereador tem liberdade para decidir se assina ou não pedidos de investigação.

Para entender o caso
Em 9 de janeiro, o prefeito Abilio Brunini encaminhou à Polícia Federal e ao Ministério Público pedido de apuração sobre a suposta atuação funcional de seu então chefe de gabinete, hoje secretário municipal de Trabalho, Willian Campos.

No dia 2 de fevereiro, Abilio divulgou documento do MPE informando o arquivamento da denúncia. Nesse intervalo, o vereador Daniel Monteiro tentou viabilizar a instalação de uma CPI, mas não conseguiu reunir o número mínimo de assinaturas necessárias.

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