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NA CORRIDA ELEITORAL

“Doa a quem doer”, afirma Mauro Mendes ao sinalizar como pretende atuar no Senado

Muvuca Popular

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Ao deixar o governo para disputar uma vaga no Senado, o governador Mauro Mendes fez um pronunciamento em que já sinalizou o tom da atuação política que pretende ter em Brasília, defendendo mudanças na legislação brasileira, especialmente na área de segurança pública, e comentando sobre críticas políticas que vêm recebendo. Mauro deixou a gestão do Estado no dia 31 de março. Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu a administração.

Ao falar sobre o Código Penal brasileiro, o governador afirmou que a legislação está defasada e precisa de mudanças mais profundas. “O Código Penal brasileiro é de 1940. Passaram-se mais de 80, 85 anos. E nesses 85 anos, alguns remendos aqui, alguns acolá. Mas está claro para mim, e os resultados da insegurança pública do Brasil comprovam isso, que nós precisamos reconstruir marcos mais consistentes, mais apropriados a diversos crimes que nem o sonho existia quando esse Código foi criado há mais de 80 anos atrás”, afirmou.

Ele citou como exemplo os crimes cibernéticos e a atuação de facções criminosas, defendendo mudanças mais amplas na legislação. “Não há que se falar em uma reforminha. É algo parecido com o que o governo de Mato Grosso fez ao longo desses anos. Nós não fazemos reforminha de escola, reforminha de secretaria. Nós reconstruímos, colocamos uma cara nova e preparamos essas unidades para o presente e para o futuro. Vamos fazer isso em muitas leis brasileiras”, disse.

Durante a fala, Mauro Mendes também comentou sobre sua atuação política e afirmou que não tem receio de enfrentar debates e embates políticos. “Olha, eu tenho coragem para muita coisa. Já pode ter me faltado juízo. Agora, coragem nunca me faltou e eu já demonstrei na prática isso”, declarou.

Ele também afirmou que prefere ser cobrado pelos resultados e não apenas por discursos de campanha. “Então, o que eu falei, aliás, falei muito pouco na campanha e fiz algumas dezenas, talvez centenas de vezes mais daquilo que eu falei. Então, como senador, se eu tiver essa oportunidade de ser senador, pode esperar lealdade, coragem, demonstração de resultado”, afirmou.

O governador também disse que, se eleito, pretende cobrar responsabilidades de autoridades que cometam erros. “Se tiver errado, doa a quem doer. Pode ser ministro supremo, ministro de saúde, pode ser quem for. Quem tentar devidamente comprovar, cometer o erro, tem que sofrer as consequências da lei”, disse.

Questionado sobre críticas feitas por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente o deputado federal Eduardo Bolsonaro, Mauro Mendes evitou confronto direto. “Eu não conheço ele bem e ele também não me conhece. Então, é muito ruim eu ficar falando dele que eu não conheço bem e também é ruim ele ficar falando de mim quando ele não me conhece verdadeiramente”, afirmou.

A declaração desta segunda-feira já ocorre em clima de despedida do governo estadual e marca o início de uma nova fase política, com o governador se posicionando sobre temas nacionais e sinalizando como pretende atuar caso seja eleito senador.

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