Mato Grosso não chegou até aqui por acaso.
Somos um dos estados mais importantes do Brasil, protagonistas no agronegócio, na produção de alimentos, na geração de riquezas, na exportação e na construção de um dos maiores potenciais econômicos do país.
E justamente por isso, Mato Grosso não pode se dar ao luxo de escolher um governador para aprender a governar no exercício do cargo.
Governar um Estado não é fazer discurso.
Não é ter popularidade.
Não é simplesmente vencer uma eleição.
Governar é executar.
É administrar bilhões de reais, estabelecer prioridades, enfrentar crises, tomar decisões difíceis, conhecer profundamente a máquina pública e transformar planejamento em obras, serviços, infraestrutura, saúde, segurança, educação e desenvolvimento.
É por isso que, na hora de escolher quem ocupará a cadeira de governador, uma pergunta precisa estar acima de todas as outras:
O que esse candidato já fez quando teve a responsabilidade de administrar?
Experiência não significa apenas tempo de política.
Experiência é histórico de execução.
É ter sentado na cadeira de quem decide.
É ter enfrentado problemas reais.
É ter administrado recursos públicos.
É ter entregado resultados.
É saber que uma decisão tomada no gabinete pode mudar a vida de milhões de pessoas.
Mato Grosso já aprendeu — muitas vezes da maneira mais dolorosa — que uma coisa é exercer um mandato parlamentar e outra, completamente diferente, é comandar o Poder Executivo.
Legislar exige competência.
Governar exige competência + gestão + execução + responsabilidade.
Não podemos transformar o Governo de Mato Grosso em uma escola de aprendizado administrativo.
O Estado não pode ser laboratório.
A população não pode ser cobaia.
Mato Grosso precisa de alguém que chegue pronto para trabalhar.
E, quando se analisa uma trajetória construída no Executivo, o nome de Otaviano Pivetta inevitavelmente entra nesse debate.
Pivetta possui uma trajetória construída muito antes da política.
Chegou a Lucas do Rio Verde ainda jovem e construiu sua história como agricultor, empresário e líder do desenvolvimento regional. Posteriormente, levou sua experiência de gestão para a administração pública e exerceu o cargo de prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos.
E há algo particularmente importante nessa trajetória:
ele conhece os dois lados da gestão.
Conhece o setor produtivo.
Conhece o empreendedorismo.
Conhece o campo.
Conhece os desafios de quem produz.
E conhece, por dentro, as responsabilidades e limitações do poder público.
Como gestor municipal, participou de decisões relacionadas a infraestrutura, saneamento, mobilidade, desenvolvimento econômico e planejamento urbano. Registros oficiais do município também destacam sua atuação na busca de recursos e soluções para obras estruturantes.
Já no Governo de Mato Grosso, sua atuação como vice-governador o colocou diretamente diante de decisões estratégicas relacionadas à infraestrutura e à logística estadual — temas fundamentais para um Estado cuja economia depende fortemente do escoamento da produção.
E é exatamente esse o ponto:
Mato Grosso não precisa escolher apenas quem promete fazer.
Precisa avaliar quem já demonstrou capacidade de fazer.
Não se trata de idolatrar político.
Não se trata de entregar cheque em branco a ninguém.
Muito menos de abandonar a fiscalização e a cobrança.
Pelo contrário.
Quem governa deve ser permanentemente cobrado pelos seus resultados.
Mas, entre entregar a administração de um Estado complexo a alguém que ainda precisa provar sua capacidade executiva e escolher alguém com décadas de experiência acumulada em gestão pública e privada, a diferença precisa ser levada a sério.
Porque o Governo de Mato Grosso não é experiência de laboratório.
É responsabilidade sobre o futuro de milhões de pessoas.
Por isso, antes de escolher um nome, olhe menos para o discurso e mais para a trajetória.
Olhe menos para a promessa e mais para a entrega.
Olhe menos para a propaganda e mais para os resultados.
Mato Grosso precisa de gestão.
Mato Grosso precisa de competência.
Mato Grosso precisa de experiência.
Mato Grosso precisa de quem saiba transformar decisão em resultado.
Porque a cadeira de governador é grande demais para ser usada como banco de testes.
O futuro de Mato Grosso não pode ser improvisado.
Max Campos
Servidor Público Estadual



