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NESTA MANHÃ

Fagundes acusa governo de ignorar saúde mental e cobra pagamento da RGA; acompanhe o debate ao governo

Patrícia Neves/Renato Ferreira

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Os candidatos ao Governo de Mato Grosso participam, nesta terça-feira (18), do primeiro debate das eleições de 2026. O encontro reunirá Dra. Natasha Slhessarenko (PSD), o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL) para discutir propostas e ideias para o Estado.

Promovido pela Centro América FM e pelo portal Primeira Página, o debate está marcado para começar às 7h30, no auditório da TV Centro América, em Cuiabá.

O governador Otaviano Pivetta, acompanhado pela vice de sua chapa à reeleição, Gisela Simona, já se encontra no local.

7h33: O apresentador Thiago Tercyoti explica aos candidatos às regras do debate. Uso de documentos não será permitido.

7h34: O primeiro tema a ser debatido é obras em rodovias. Pelo sorteio, o primeiro a perguntar é a médica Natasha. Ela começa falando sobre o custo das estradas, afirma que Mato Grosso tem o quilômetro mais caro do Centro-Oeste e cita o asfalto que esfarelou. Em seguida, questiona se ele pretende construir estradas de forma diferente.

7h36 – Otaviano Pivetta responde.

7h37 –“É verdade que temos estradas com problemas. Fizemos muito e muitas obras foram bem executadas, como a BR-163, que era obrigação do governo federal. Viabilizamos a rodovia, um sonho de mais de 30 anos. Fizemos muito e, se temos problemas, estamos trabalhando para resolvê-los e vamos solucioná-los.”

7h38. Natasha cita o empréstimo de R$ 5 bilhões destinado a obras rodoviárias e afirma que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) está preocupado com a qualidade dos serviços. Ela também questiona por que o custo do quilômetro de asfalto em Mato Grosso varia entre R$ 1,8 milhão e R$ 2 milhões, considerado o mais caro do Centro-Oeste.

7h40 – Ao ser indagado sobre corrupção, Pivetta diz que é tempo de campanha, de denúncia e “vale tudo”. Dra. Natasha, a senhora começou citando problemas existentes na rodovia. São situações pontuais, e os defeitos diante de tudo o que foi feito são muito pequenos.

Sobre a BR-163, é verdade que o BNDES emprestou R$ 5,5 bilhões para a Nova Rota do Oeste. É um empréstimo com juros e correção. Com a decisão de assumir a BR-163, acabamos com um drama de 30 anos de uma população que perdia vidas em acidentes desnecessários. Toda a região norte também sofria com a falta de infraestrutura mínima para a logística.

7h41 – O tema agora é mudanças climáticas. Obrigatoriamente, Fagundes terá de perguntar à Natasha. Questiona qual o plano dela para o enfrentamento?

7h45 -Ela responde: em nosso Estado, meio ambiente recebe apenas 0,7% do orçamento. Então, como fazer uma boa gestão ambiental? Como cuidar do meio ambiente se não temos orçamento? Isso não é factível.

Eu proponho, em meu plano de governo, transformar Mato Grosso em um Estado realmente sustentável, que tenha responsabilidade ambiental, com preservação das matas ciliares e limpeza dos rios. O Rio Cuiabá, nosso rio mato-grossense, está sofrendo demais com a sujeira.

Também enfrentamos o problema das mudanças climáticas, que ocorrem no mundo todo. Precisamos promover, em nosso Estado, as mudanças necessárias. Mato Grosso é, evidentemente, um Estado agrícola, que depende do clima, e precisamos atuar nessa questão porque as alterações climáticas, se não forem enfrentadas adequadamente, geram hospitais lotados, além de crianças e idosos doentes.

7h46 – Agora o tema será atenção aos alunos com deficiência. Pivetta perguntará a Fagundes. Pivetta pergunta: “Vivemos no século XXI e enfrentamos um novo desafio: o atendimento às pessoas neurodivergentes. Essa demanda tem crescido nas escolas públicas, e precisamos atender todos aqueles que necessitam de atenção. Qual é o seu programa para essa área?”

7h48 -Fagundes diz: em relação ao atendimento psicossocial, quando nasci, em 1957, Mato Grosso tinha o Hospital Adauto Botelho, conhecido como um manicômio para onde as pessoas eram levadas e submetidas até ao uso de camisas de força. Esse modelo foi proibido.

Hoje, temos uma rede de atenção psicossocial em Mato Grosso. O próprio Adauto Botelho foi transformado em uma unidade de atendimento, mas ainda precisamos avançar. É necessário descentralizar os serviços de Cuiabá e ampliar o atendimento para todo o Estado.

Essa demanda cresceu por causa das drogas e também dos impactos deixados pela pandemia, que agravou os transtornos psicológicos e outros problemas de saúde mental.

Precisamos enfrentar essa situação com firmeza, criatividade e, principalmente, ouvindo os profissionais da área. É uma questão que merece atenção especial. Já avançamos muito, mas ainda há bastante a ser feito”.

7h51 – Pivetta cita o neto Antônio, diagnosticado com autismo nível 2 de suporte. “Aprendi o quanto é complexa a vida de uma criança ou adolescente neurodivergente. Não é apenas uma questão de cuidar da saúde mental, mas também da educação.”

7h52 – Começa a segunda rodada de perguntas. O tema a ser perdas da reforma tributária

7h54 – Dra. Natasha, do PSD, pergunta a Otaviano Pivetta como o governo pretende neutralizar a perda estimada de cerca de R$ 1 bilhão na arrecadação de Mato Grosso com a reforma tributária.

Pivetta responde que Mato Grosso está em pleno crescimento e que o Estado ampliou sua produção em volume equivalente à produção de um Paraná inteiro. Segundo ele, a estratégia será avançar na industrialização para agregar valor à produção, gerar empregos e aumentar a arrecadação.

O candidato afirma ainda que Mato Grosso deve continuar crescendo do ponto de vista demográfico até 2070 e defende a manutenção dos incentivos à agroindústria.

7h57 -Dra. Natasha afirma que não ficou satisfeita com a resposta e que Pivetta não explicou como pretende neutralizar as perdas provocadas pela reforma tributária. Segundo ela, Mato Grosso precisa avançar na industrialização e deixar de ser apenas produtor para também se tornar consumidor, já que o ICMS ficará no estado onde ocorre o consumo.

“Onde já se viu um estado que produz 70% do algodão e não possui uma indústria têxtil?”, questiona. Ela também cita o fim gradual dos benefícios fiscais.

7h56 – Pivetta afirma que Mato Grosso registrou crescimento real de 54,5% em sete anos, já descontada a inflação. “Eu sou especialista nisso. A BR-163, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum concentram alguns dos municípios mais industrializados do Estado”, diz.

7h58 – Pivetta afirma que assumiu um Estado quebrado e que, em sete anos, muitos avanços foram conquistados. Segundo ele, Mato Grosso está em processo de desenvolvimento, mas os resultados também dependem de tempo.

“Pegamos o Estado quebrado e, em sete anos, fizemos muito. Estamos desenvolvendo Mato Grosso, mas é preciso dar tempo ao tempo”, diz.

7h59 – Rede de proteção a mulher é o tema. Fagundes pergunta à médica.

08h02 -Ela responde que Mato Grosso é o Estado que mais violenta mulheres. São cerca de 40 mil vítimas de violência por ano. São números assustadores, e precisamos mudar essa realidade.

Assumo o compromisso de criar uma secretaria voltada às mulheres e aumentar o número de policiais nas ruas. Vamos retirar 700 policiais que hoje estão em funções administrativas para que retornem às ruas e atuem na proteção das mulheres e de toda a população mato-grossense.

Também vamos criar casas de acolhimento, porque a jornada enfrentada por uma mulher vítima de violência é muito dolorosa. Além disso, precisamos atuar na prevenção, começando pelas escolas. Temos que ensinar às crianças, desde pequenas, que não se bate em mulher, diz a médica.

Começa o sexto tema: o combate ao garimpo ilegal.

8h02: Pivetta pergunta a Wellington Fagundes sobre o potencial mineral de Mato Grosso. Ele afirma que o Estado possui solos ricos em minerais, mas ainda precisa de um diagnóstico para identificar as riquezas existentes. Em seguida, questiona o que o senador faria, caso fosse eleito governador, para estimular uma mineração responsável.

Fagundes responde que será governador e afirma que não permitirá que integrantes de sua gestão sejam os primeiros a agir ilegalmente. Na sequência, cita investigações envolvendo Mauro Mendes por supostos crimes ambientais e contrabando de ouro e questiona Pivetta sobre quais providências tomou até agora.

8h8 -“Costumeiramente, o senhor falta com a verdade. Temos hoje 7.980 policiais militares, o equivalente a um policial para cada 500 mato-grossenses, dentro do recomendado. Também contamos com 3,3 mil policiais civis e 3,9 mil bombeiros, totalizando cerca de 15 mil profissionais.

Já criamos um departamento de mineração na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que está mapeando e elaborando um inventário do potencial mineral de Mato Grosso. Nosso objetivo é garantir que toda atividade mineradora seja formal, fiscalizada e realizada dentro da lei.

Vamos continuar trabalhando para conhecer esse potencial e transformá-lo em patrimônio do povo mato-grossense, e não de meia dúzia de pessoas, como o senhor mencionou. A Sema está atuando, fiscalizando e coibindo todo tipo de ilegalidade”, diz Pivetta.

08h10 – Fagundes rebate e afirma que Pivetta não quer admitir que as investigações são legais. “É preciso parar. Não é possível que o governo não queira admitir que faltam policiais”, declara.

08h10 – Pivetta encerra a resposta atacando Fagundes: “O senhor é parlamentar, falastrão de carreira.”

Recomeçará o segundo bloco de debates. O tema é livre.

08h15 – Fagundes fala das ações de combate à violência contra mulher.

08h17 – Natasha fala que fará, por meio de 16 consórcios,  Casas de Acolhimento à Mulher. Cita ainda que irá criar programa para fomentar que as mulheres deixem relações tóxicas e lembra que MT tem 500 crianças órfãs de feminicídios.

08H20 – No bloco de tema livre, Pivetta afirma que o atual governo concluiu 7 mil quilômetros de rodovias. Segundo ele, antes da gestão, Mato Grosso contava com 6,3 mil quilômetros construídos ao longo de 271 anos de história.

Na sequência, Pivetta associa Fagundes ao governo de Silval Barbosa e cita o ex-chefe de gabinete do senador, Cíntia Barbosa. O governador também afirma que Fagundes foi citado em delação.

“O senhor foi parceiro de Silval na Secretaria de Obras, com seu chefe de gabinete, Cíntia Barbosa. O senhor foi delatado. Quer voltar à cena do crime hoje?”, questiona Pivetta.

Fagundes rebate e afirma que não possui processo no qual tenha sido julgado e condenado. O senador diz que Silval apoiou diferentes governos e ressalta que os votos recebidos ao longo da carreira representam a confiança da população em seu trabalho.

“Posso garantir que não tenho processo em que fui julgado e condenado. Meu compromisso é com o voto, e voto é confiança. A melhor forma de retribuir essa confiança é com trabalho”, declara.

Fagundes também afirma que ajudou as gestões de Mauro Mendes e Pivetta por meio da aprovação de recursos do Fundo de Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), que teriam garantido mais de R$ 1 bilhão ao Estado. Ele ainda cita a atuação da bancada federal para viabilizar a duplicação da BR-163 em um dos trechos com maior número de acidentes.

Na sequência, o senador critica a concessão da rodovia e questiona o empréstimo de mais de R$ 5 bilhões destinado às obras.

“Depois veio a concessão, e vocês pegaram mais de R$ 5 bilhões. Quem vai pagar esse empréstimo? Essa BR-163 está com valores exagerados”, afirma.

8h21: Fagundes afirma que as rodovias estaduais são mal executadas e cita investigações do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) sobre a qualidade das obras. Segundo ele, outras estradas apresentam os mesmos problemas, enquanto as rodovias federais estão bem conservadas.

Pivetta rebate com uma provocação: “Todo mundo sabe como as coisas funcionavam no Dnit. O senhor é conhecido por gostar de lá.”

Após a declaração, Fagundes pede direito de resposta.

8h26:  Natasha questiona Pivetta sobre as propostas para a saúde. O governador responde que estão sendo implantados oito centros de diagnóstico para reduzir as distâncias percorridas pelos pacientes em busca de atendimento.

Na réplica, Natasha afirma ser inadmissível que um Estado tão rico tenha uma fila de espera tão grande na saúde. A candidata promete “revolucionar” a atenção primária, garantir a presença de médicos e ampliar a oferta de especialistas em áreas essenciais, não apenas em Cuiabá, mas também no interior.

8h27: A produção concede direito de resposta a Fagundes, que afirma que o governo de Otaviano Pivetta não aceita ser investigado. Após a declaração, o debate segue para o terceiro bloco.

08h34 – Começa o terceiro bloco.

08h36 – Natasha pergunta como Pivetta pretende atender a população mais pobre de Mato Grosso. O governador afirma que 309 mil pessoas deixaram a pobreza no Estado e atribui o resultado ao desenvolvimento econômico. Ela lembra da vergonhosa fila do ossinho em Cuiabá.

Pivetta também cita avanços na educação, que teria passado da 22ª para a 6ª posição no ranking nacional, e promete colocá-la em primeiro lugar nos próximos quatro anos. Ele ainda destaca a implantação de centros de diagnóstico, a geração de empregos e os investimentos em infraestrutura, com a meta de entregar mil quilômetros de novas rodovias por ano.

O candidato menciona ainda um programa trifásico de redes de energia voltado aos pequenos produtores e afirma que todos os mato-grossenses merecem mais conforto e qualidade de vida.

08h39 -Pivetta é questionado sobre as propostas para a agricultura familiar. Ele cita a construção de 60 mil moradias e afirma que o governo tem viabilizado entre 1,4 mil e 1,5 mil casas, com subsídios estaduais.

O candidato também diz que, nos últimos oito anos, foram investidos R$ 800 milhões em máquinas, equipamentos e melhorias de acesso para os pequenos produtores.

Natasha afirma que o debate deveria priorizar propostas como essas, em vez das trocas de acusações entre Pivetta e Fagundes. Em seguida, pede que o senador permaneça no Senado e cobra de Pivetta o compromisso de não nomear Mauro Carvalho para a Casa Civil. Ela cita o ex-secretário como um dos envolvidos no escândalo da Oi.

8h38: O tema saúde mental entra no debate. Pivetta afirma que o problema tem afetado uma parcela significativa da sociedade e cita as parcerias firmadas com os municípios, com repasses de recursos na modalidade fundo a fundo.

O candidato defende o fortalecimento da atenção básica para que as famílias sejam acompanhadas individualmente, com prontuários atualizados e atendimento contínuo. Em seguida, pergunta a Fagundes quais políticas pretende implantar para a área.

8h42: Fagundes afirma que Pivetta governou apenas para determinados grupos, enquanto ele trabalhou por todos os municípios de Mato Grosso e viabilizou obras em diferentes regiões. O senador diz ser conhecido como o “homem da escola” e destaca que sua missão é cuidar das pessoas.

Ao abordar a saúde mental, Fagundes acusa o governo de ignorar o problema e afirma que a situação dos servidores piora com a falta de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA). Ele também critica a prioridade dada a grandes obras.

Segundo o candidato, foram destinados R$ 3 bilhões ao Estado somente durante a atual gestão e, com esses recursos, os projetos já deveriam estar concluídos.

“Vocês insistem em fazer obras grandiosas, mas entregam tudo malfeito. De que adianta construir uma estrada que está esfarelando?”, questiona.

8h43: No último tema definido por sorteio, Fagundes pergunta a Natasha sobre saúde e atendimento especializado. O senador questiona como a candidata pretende levar os serviços a toda a população e descentralizar o atendimento, ainda concentrado em Cuiabá.

Natasha promete fazer uma “verdadeira revolução” na saúde, com a ampliação das especialidades nos hospitais do interior. Nos locais onde o atendimento presencial não for possível, ela propõe o uso da telessaúde para aproximar pacientes e profissionais.

A candidata também cita as filas por exames, procedimentos e consultas com especialistas, apontadas por ela como um dos principais problemas do Estado. Natasha defende ainda a realização de concursos públicos para ampliar o número de profissionais da saúde.

8h46: Fagundes concorda com as críticas apresentadas por Natasha e afirma que Mato Grosso deixou a saúde de lado. O candidato promete fortalecer os consórcios regionais para garantir cirurgias e outros atendimentos mais próximos da casa dos pacientes, reduzindo a necessidade de deslocamento.

O senador também cita o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), para o qual afirma ter conseguido R$ 100 milhões destinados à compra de equipamentos. Como proposta, defende a criação de um centro de diagnóstico e de um hospital com uso de inteligência artificial.

Fagundes acrescenta que incentivou a implantação de cursos de Medicina em municípios como Sinop e Rondonópolis.

Natasha encerra a participação com uma promessa: “Não vou roubar e não permitirei que roubem.”]

Começa a última rodada. Os candidatos irão fazer suas considerações finais.

A candidata Natasha cita:

“Quero me apresentar a você. Eu sou Natasha, médica, pediatra, empresária e professora da Universidade Federal de Mato Grosso. Passei toda a minha vida em Mato Grosso.

Eu poderia apresentar 55 motivos para você votar no 55, mas vou destacar alguns. Quero construir um Estado baseado na confiança, na honestidade e no combate à corrupção. Em meu governo, todo o secretariado deverá apresentar a declaração de evolução patrimonial.

Sonho com um Mato Grosso que tenha educação de qualidade, saúde acessível e uma agricultura familiar valorizada, responsável pelos alimentos que chegam à nossa mesa. Quero cuidar desse setor com todo o carinho que ele merece. Por isso, no dia 4 de outubro, vote 55.”

Na sequência, Pivetta:

“Quero agradecer esta oportunidade de falar ao povo de Mato Grosso. Agradeço à minha família e à candidata a vice-governadora, Gisela Simona, que está aqui presente.

Minhas irmãs e meus irmãos, tenho 30 anos de serviços prestados à vida pública. Até agora, estive ajudando Mauro Mendes a governar e fizemos muito por Mato Grosso. Atuamos em todas as áreas, mas queremos avançar ainda mais, porque sabemos que ainda há muito a fazer.

Estamos preparados para fazer mais e melhor. Quero cuidar das pessoas, como sempre fiz. Nos últimos anos, realizamos muitos investimentos e, agora, vamos ampliar as ações na área social, na educação dos nossos jovens e na saúde, garantindo que os serviços funcionem em todos os cantos de Mato Grosso.”

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