A direção da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Rita Auxiliadora de Campos Cunha realiza, no dia 4 de setembro, uma roda de conversa voltada às mães atípicas da região do Mapim. O encontro terá como principal objetivo proporcionar um momento de acolhimento, diálogo e escuta ativa às famílias que possuem filhos neurodivergentes e com deficiência.
A iniciativa busca fortalecer os vínculos entre a comunidade escolar e as famílias, criando um espaço seguro para que mães e responsáveis possam compartilhar experiências, desafios, necessidades e sugestões relacionadas ao acompanhamento e à inclusão de seus filhos.
A diretora da unidade, Simone Cristina Curvo, explicou que este é o segundo encontro realizado pela escola e destacou que a ação reforça o compromisso da rede municipal de ensino com a inclusão e com a construção de políticas e práticas cada vez mais humanizadas.
“As questões relacionadas às pessoas com deficiência e aos estudantes neurodivergentes são tratadas com seriedade pelo município, que reconhece a importância de ouvir atentamente as famílias para compreender suas demandas e buscar soluções que contribuam para uma educação mais acolhedora e inclusiva”, destacou.
Simone Curvo reafirmou o compromisso da escola com a comunidade escolar e ressaltou que a escuta ativa e o diálogo são ferramentas fundamentais para fortalecer a rede de apoio às famílias e garantir que cada estudante tenha seus direitos, necessidades e potencialidades respeitados.
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que ouvir as famílias é essencial para construir uma educação cada vez mais inclusiva e humanizada.
“A escuta ativa é um instrumento fundamental para entendermos as necessidades das nossas famílias e, a partir desse diálogo, buscarmos caminhos que possam melhorar cada vez mais o atendimento aos nossos estudantes. Queremos que as mães atípicas saibam que suas vozes são importantes, que suas experiências são respeitadas e que estamos atentos às suas demandas. A inclusão precisa ser construída com diálogo, acolhimento e participação de todos”, afirmou.



