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Eleições na Nicarágua não têm “legitimidade democrática”, diz OEA

A Organização dos Estados Americanos (OEA) declarou na sexta-feira (12) que as eleições realizadas no último domingo na Nicarágua, em que Daniel Ortega foi reeleito presidente, não foram justas e carecem de “legitimidade democrática”, o que obriga a entidade a pedir uma “avaliação coletiva imediata”.

O texto foi aprovado na sexta-feira (12) por 25 votos a favor entre os 34 membros ativos do bloco. Entre os que foram favoráveis está o Brasil. Sete países se abstiveram, a delegação de São Cristóvão e Névis estava ausente e a Nicarágua votou contra.

“As instituições democráticas na Nicarágua foram seriamente minadas pelo governo nicaraguense”, diz o texto, insistindo na “libertação de todos os candidatos políticos e prisioneiros”.

Por isso, solicita ao Conselho Permanente, órgão executivo da OEA, que faça “uma avaliação coletiva imediata, a ser concluída até 30 de novembro e tome as medidas cabíveis”.

Agora, o Conselho Permanente deve agir com celeridade, pois, segundo o secretário-geral da OEA, Luis Almagro, “não há tempo a perder”.

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