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Carlos Nuzman é condenado a 30 anos de prisão por corrupção

Da Redação

 

O juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, que concentra os crimes da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, condenou nesta quinta-feira (25) Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) a 30 anos e 11 meses de prisão e multa de R$1,6 milhão por ter participado do esquema que envolveu corrupção na vitória do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Nuzman foi investigado por compra de votos na Operação Unfair Play. Apesar da condenação em regime fechado, Nuzman pode recorrer em liberdade.

“A culpabilidade é elevada, pois Carlos Arthur Nuzman foi o principal idealizador do esquema ilícito perscrutado nestes autos e assim agiu valendo-se do alto cargo conquistado ao longo de 22 anos como presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, razão pela qual a sua conduta deve ser valorada com maior rigor do que a de um corrupto qualquer. O condenado dedicou sua carreira pública para tornar o Rio de Janeiro cidade-sede das Olimpíadas, no entanto, apesar de tamanha responsabilidade social optou por agir contra a moralidade e o patrimônio público”, disse bretas.

Na mesma operação, o ex-governador Sérgio Cabral foi condenado 10 anos e oito meses de reclusão, e o ex-diretor do Comitê Rio-2016, Leonardo Gryner, foi condenado a 13 anos e dez meses de prisão.

A defesa de Nuzman se pronunciou por meio de nota. “O juiz condenou por esporte, sem provas. Nuzman será inocentado, seguramente. Os tribunais da República não irão prestigiar esta violência jurídica inominável”.

 

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