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Com investimentos de 300 bilhões de euros, UE quer competir com China

Da Redação

 

Com investimentos de 300 bilhões de euros em países emergentes e em desenvolvimento, a UE quer competir com a China. O dinheiro será usado, por exemplo, na construção de estradas e ferrovias, anunciou a Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen.

Para ampliar a influência da União Europeia no mundo, serão investidos até 300 bilhões de euros em infraestrutura de países emergentes e em desenvolvimento nos próximos seis anos. Leyen, quer levantar fundos públicos e privados até 2027 para promover a construção de estradas, ferrovias e conexões de Internet em todo o mundo. Além disso, plantas para a produção e liquefação de hidrogênio verde e instalações de saúde serão financiadas.

A iniciativa da UE chamada “Portal Global” é vista como a resposta à “Nova Rota da Seda” anunciada pela China em 2013. Com esse nome, a China concede empréstimos a outros países ao redor do mundo e, assim, garante vantagens políticas ou econômicas. Segundo informações oficiais de Pequim, quase 140 bilhões de dólares foram investidos até 2020.

 

Contraprojeto para a “Nova Rota da Seda”

 

A UE pretende financiar parcialmente o seu projeto a partir de programas da UE, incluindo o Banco Europeu de Investimento (BEI). Você quer aparecer como um parceiro “confiável” no mundo e pontuar com valores democráticos, disse von der Leyen. Ela estava convencida de que poderia enfrentar a China com isso. 

“O portal Global”  tem potencial para fazer da UE um ator geopolítico eficaz”, disse o representante permanente da Alemanha junto à UE, Michael Clauss. A oferta de cooperação baseada em regras e valores em termos iguais será uma alternativa atraente para muitos países parceiros.

 

Reação positiva das empresas

 

A Federação Alemã de Engenharia (VDMA) afirmou que a iniciativa tem “potencial para tornar a UE um ator geopolítico mais forte na Ásia, África e América Latina”. Agora é uma questão de concretizar os primeiros projetos concretos o mais rápido possível, enfatizou o chefe de comércio exterior da VDMA, Ulrich Ackermann.

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