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Pressão para Wellington concorrer ao Governo aumenta

 

 

Wellington Fagundes (PL), está cada vez mais sendo “colocado contra a parede” para que desista da reeleição e dispute o Governo de Mato Grosso, em 2022.

O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, que tentará um segundo mandato, vê no senador um nome ideal para liderar seu palanque no estado, antagonizando com o grupo de Mauro Mendes (UB).

Pessoalmente, contudo, Wellington não quer toda a evidência que uma candidatura ao Palácio Paiaguás o traria, pois entende que viabilizando o enfraquecimento dos adversários e mantendo-se no Senado sairá menos “machucado” do pleito.

Fagundes, como já ficou visível, não tem nenhuma intenção de rivalizar com Luis Inácio Lula da Silva (PT), a quem não descarta sequer fazer parte da base, caso permaneça no Congresso Nacional e o ex-presidente venha a retornar ao comando do país .

Para 2022, contudo, Wellington será Bolsonaro, até por uma questão partidária, mas decidiu que não quer ser um “bolsonarista”, ou seja, um ativista da causa, já que não consegue ver os petistas, sobretudo seu maior líder, como inimigos.

Esta seria, aliás, a grande dificuldade de Wellington em disputar o Governo do Estado, segundo informações de bastidores. Além disso, tem o conforto dos oito anos de mandato garantidos no Alto Parlamento, podendo construir uma candidatura ao Executivo Estadual “sem risco”, em 2026.

Isso, porém, não entra na cabeça de importantes aliados, que vêem neste pleito, inclusive aportados em pesquisas, o momento ideal para Wellington conseguir chegar ao comando de Mato Grosso, derrubando o atual governador, que está muito enfraquecido, sobretudo no interior.

Em relação ao sonho de Fagundes em neutralizar Neri Geller (PP) e ser ele o senador do grupo de Mauro, praticamente se reelegendo por W.O., ele segue vivo, mas a cada novo dia acumula um percentual menor de chance de ocorrer.

Diante do cenário, Wellington precisa viabilizar um candidato a governador para fechar chapa consigo, ou dificulta muito seu projeto pessoal. Em suma, o vento está para o norte e o veterano quer remar para o sul.

Como diz um sábio da política: “para deputado e cargos proporcionais, você quem escolhe. Para cargos majoritários, você é escolhido”.

 

Com informações do Minuto MT

 

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