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Viúva que mandou matar marido por herança vai a júri popular

Da Redação

O juiz da 12ª Vara Criminal, Flávio Miraglia Fernandes, determinou que Ana Claudia de Souza Oliveira Flor seja julgada pelo tribunal do júri por mandar matar o marido por motivo torpe, além da contratação de assassinos para matar o marido dela, o empresário Toni Flor, em 11 agosto de 2020. Outros cinco réus envolvidos no crime também serão julgados.

Ana Claudia foi presa um ano depois de prometer o pagamento de R$ 60 mil pelo assassinato do marido com quem tinha 3 filhas e um casamento de 15 anos. Toni Flor foi morto a tiros quando chegava na academia. O motivo seria dinheiro, pois ela herdaria o dinheiro dele. A empresa da qual ele era sócio movimentava cerca de R$ 1 milhão por mês.

Durante as investigações, ele simulava preocupação, ia a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mas passou a causar desconfiança quando se mostrava preocupada com o avanço das investigações.

O magistrado também manteve a prisão de Ana Claudia na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto em virtude da mesma ainda ostentar periculosidade acentuada, dado ao modus operandi utilizado para cometimento do crime, e a ameaça relatada pelo codenunciado Igor Espinosa, circunstâncias que evidenciam a fragilidade da aplicação de medida diversa da prisão.

“Ademais, é relevante rememorar a dissimulação ostentada durante os trabalhos investigativos, com entrevistas e carreata, de modo que a revogação da segregação cautelar trará embaraços processuais, seja pelo temor ostentado por um dos codenunciados ou pela vulnerabilidade dos depoimentos que serão prestados pelas testemunhas, visto que esta fase se trata apenas de admissibilidade da acusação”.

O juiz também manteve preso os demais réus, exceto a manicure Ediane Aparecida da Cruz Silva. Ela vai continuar usando tornozeleira eletrônica.

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