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Stopa descarta candidatura e se livra de saia justa em disputa com Mauro Mendes

Da Redação

O vice-prefeito José Roberto Stopa (PV) aproveitou as críticas do deputado estadual Lúdio Cabral (PT) sobre a pré-candidatura dele ao Governo de Mato Grosso para sair fora da disputa eleitoral. A definição para a briga por uma cadeira do Palácio Paiaguás era mais fruto do desejo do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) do que do vice-prefeito.

Emanuel que optou em não correr o risco de perder o mandato numa briga direta com o governador Mauro Mendes (União), lançou o vice-prefeito na missão e ainda filiou a esposa Márcia Pinheiro no PV para uma possível candidatura. Sem poder dizer não ao chefe, Stopa estava mantendo a pré-candidatura mesmo faltando empolgação.

Além disso, Stopa nunca escondeu ser contrário à federação com o PT, decisão essa que foi definida pela Executiva nacional do partido que apoia a reeleição do ex-presidente Lula (PT). Caso fosse candidato, ele teria que dar palanque ao ex-presidente em Mato Grosso.

Stopa trabalhou na gestão de Mauro Mendes quando este foi prefeito de Cuiabá de 2013 a 2016 como secretário adjunto e titular de pasta. Durante o afastamento de Emanuel Pinheiro do comando da Prefeitura de Cuiabá no ano passado, Stopa foi recebido pelo governador que não poupou elogios ao então prefeito em exercício. Esta seria outra saia justa a Stopa, brigar com o ex-prefeito e atual governador com quem ele sempre se deu bem.

Ao ser criticado pelo deputado estadual Ludio Cabral, ele retirou a candidatura. O vice-prefeito se sentiu ofendido em ser atacado pelas costas pelo parlamentar, ja que todos os partidos estão envolvidos no projeto eleitoral.

“Tem um fórum para discutir isso, eles não vão ao fórum e depois fazem crítica para discutir, não tem como ser parceiro desse tipo de gente. Ja estava de saco cheio, nós fizemos um acordo na federação. O que não pode é companheiro criticar companheiro e ficar nessa mesquinharia. Isso é coisa de moleque”, disse Stopa durante o lançamento do Hospital Veterinário Municipal.

O prefeito Emanuel Pinheiro tenta demovê-lo da ideia.

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