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PRESSÃO NA ALMT

Diego Guimarães ganha apoio de entidades protetoras, critica mudança em projeto sobre circos e pede pressão popular

Muvuca Popular

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) intensificou a mobilização em defesa do projeto de lei que proíbe o uso de animais em circos em Mato Grosso, divulgando em suas redes sociais uma série de ofícios enviados por ativistas, protetores independentes e instituições ligadas à causa animal. Nas publicações, o parlamentar destacou o apoio recebido ao texto original da proposta e pediu que a população cobre de cada deputado estadual uma posição favorável ao bem-estar animal.

A movimentação ocorre após a proposta sofrer mudanças durante a tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O projeto apresentado inicialmente por Diego previa a proibição do uso de animais em espetáculos circenses e eventos similares. No entanto, um substitutivo apresentado pelo deputado Gilberto Cattani (PL) alterou o conteúdo da matéria e passou a autorizar a prática, desde que sejam observadas regras relacionadas ao bem-estar animal, como alimentação adequada, espaço compatível e acompanhamento veterinário.

Na prática, o substitutivo substitui integralmente o texto original, mudando o foco da proposta: em vez de proibir a utilização de animais, estabelece critérios para permitir sua permanência em circos.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Diego Guimarães afirmou que interrompeu compromissos pessoais para tratar do tema e informar sobre os documentos recebidos em apoio à versão inicial do projeto. Segundo ele, o volume de manifestações demonstra que a sociedade mato-grossense deseja o avanço de políticas públicas voltadas à proteção animal.

“Acabei de receber um ofício e você precisa saber a importância disso. Muitas entidades sérias e ativistas manifestaram apoio irrestrito ao projeto original, que proíbe o uso de animais em espetáculos circenses”, declarou.

O parlamentar também criticou diretamente a mudança promovida durante a tramitação e disse que esperava uma reconsideração sobre o tema. Para Diego, a versão atual da proposta não deve reunir maioria suficiente para aprovação final no plenário.

Durante a manifestação pública, ele convocou a população a participar do debate e cobrar posicionamento dos parlamentares estaduais. “Você que está aí do outro lado, marque os deputados e cobre o seu deputado para que possamos rejeitar o texto substitutivo e aprovar o texto original”, afirmou.

Entre os apoiadores citados por Diego Guimarães estão nomes e entidades conhecidas na proteção animal, como Breno Nogueira, Projeto Lunar, Associação Voz Animal, Liga dos Protetores do Estado de Mato Grosso, Maria Aparecida, Projeto Tampatinhas, Aliança com Quatro Patas, ONG É o Bicho! e Santuário dos Elefantes.

Na justificativa inicial do projeto, Diego argumentou que o uso de animais em circos pode expor os bichos a situações de sofrimento, confinamento inadequado, transporte constante e métodos de adestramento incompatíveis com o bem-estar animal. O texto também mencionava impactos ambientais, especialmente quando há retirada de espécies de seus habitats naturais.

Já os defensores do substitutivo sustentam que a proibição total afetaria uma tradição cultural histórica e poderia gerar impactos econômicos no setor circense. O argumento é de que, com fiscalização e cuidados adequados, a atividade poderia ocorrer sem prejuízo aos animais.

O projeto já foi aprovado em primeira votação e ainda precisa passar por nova análise dos deputados estaduais. Depois disso, seguirá para sanção ou veto do Poder Executivo.

Com a repercussão nas redes sociais e a mobilização de entidades protetoras, a votação final da matéria tende a ampliar o debate entre preservação cultural, atividade econômica e proteção animal dentro da Assembleia Legislativa.

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