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NOVO TERMINALÇ

Presidente da Rumo destaca investimento de R$ 5,8 bilhões e aposta no potencial de MT

Patrícia Neves

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Durante a inauguração da primeira fase da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo e do novo terminal ferroviário da BR-070, neste sábado (20), o presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou os mais de R$ 5,8 bilhões investidos pela companhia nos últimos três anos e afirmou que o empreendimento é resultado de uma visão de longo prazo sobre o potencial do agronegócio mato-grossense. A solenidade conta com a participação do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

Segundo o executivo, a entrega dos 162 quilômetros de trilhos entre Rondonópolis e a região de Campo Verde representa um marco para Mato Grosso e para o Brasil, ampliando a competitividade logística de municípios como Primavera do Leste, Poxoréu, Dom Aquino e outras cidades do entorno.

Pedro Palma ressaltou que a construção da ferrovia e do terminal vai muito além dos recursos financeiros empregados. Para ele, projetos dessa magnitude dependem de cinco pilares fundamentais: visão de futuro, conhecimento técnico, parcerias estratégicas, coragem para investir e dedicação permanente na execução.

O presidente lembrou que a história do projeto começou em 2015, quando a Rumo assumiu a antiga concessão ferroviária e identificou o potencial de crescimento da produção agrícola mato-grossense. Na época, cerca de 12 milhões de toneladas eram transportadas pelos trilhos da companhia. Em 2025, esse volume já havia alcançado 25 milhões de toneladas, mais que dobrando em uma década.

“Quando assumimos a operação, havia quem acreditasse que o volume transportado cairia de 12 para 7 milhões de toneladas. Nós acreditamos no potencial de Mato Grosso e seguimos investindo. Hoje transportamos mais de 25 milhões de toneladas e, com este novo terminal, adicionamos mais 10 milhões de toneladas de capacidade ao sistema”, afirmou.

Pedro Palma também destacou os estudos realizados para definir o traçado da ferrovia, respeitando áreas ambientais, comunidades indígenas e as regiões de expansão agrícola. Segundo ele, esse conhecimento técnico foi essencial para garantir a viabilidade e a sustentabilidade do empreendimento.

O executivo ainda atribuiu o sucesso do projeto à parceria entre a iniciativa privada, o Governo de Mato Grosso, a Assembleia Legislativa, o Governo Federal, instituições financeiras como o BNDES e os produtores que utilizam a malha ferroviária.

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