PARQUE NOVO MATO GROSSO
Mauro volta a disparar contra Wellington: “Medíocre, invejoso e sem responsabilidade”
MUVUCA POPULAR
O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) voltou a rebater as críticas feitas pelo senador Wellington Fagundes (PL) ao Parque Novo Mato Grosso e classificou como “loucura” a possibilidade de interrupção das obras do complexo caso o parlamentar seja eleito governador. As declarações foram dadas nesta quinta-feira (2), durante entrevista à rádio CBN Cuiabá.
Ao defender o empreendimento, Mauro afirmou que o parque tem aprovação popular e atribuiu as críticas a adversários políticos.
“Tenho convicção de que a grande maioria das pessoas que visita o parque aprova o projeto. As críticas partem de alguns adversários políticos”, declarou.
O ex-governador também elevou o tom ao comentar posicionamentos contrários à obra, afirmando que muitos dos críticos não reconhecem a importância de ampliar opções de lazer e entretenimento para a população.
“Muitos dos que criticam já tiveram acesso a parques, viagens e oportunidades que grande parte da população não teve. Não vejo por que impedir que as famílias mato-grossenses tenham acesso a um espaço moderno e de qualidade”, afirmou.
Mauro sustentou ainda que as manifestações contrárias ao empreendimento possuem motivação política e voltou a utilizar termos duros para se referir aos opositores.
“Há políticos que preferem criticar em vez de apresentar soluções. Muitas vezes, as críticas surgem porque não tiveram capacidade de realizar projetos semelhantes”, disse.
Ao comentar a declaração de Wellington Fagundes sobre a possibilidade de suspender as obras caso chegue ao Palácio Paiaguás, o ex-governador classificou a proposta como irresponsável.
“Paralisar uma obra dessa magnitude é algo que considero uma grande irresponsabilidade. É uma declaração que demonstra falta de compromisso com investimentos que já estão em andamento”, afirmou.
Por fim, Mauro Mendes disse que caberá à população avaliar os projetos apresentados pelos futuros candidatos ao governo do Estado e decidir entre a continuidade ou não dos investimentos públicos iniciados nos últimos anos.
“Quem vai julgar isso é a população. O eleitor saberá avaliar se prefere a continuidade das obras e investimentos ou a interrupção de projetos que estão em execução em Mato Grosso”, concluiu.


