DESEMPENHO POSITIVO
Indústria de MT avança em junho e se destaca entre os estados que mais cresceram
Muvuca Popular
Mantendo a trajetória de crescimento, Mato Grosso avança mais uma vez na produção industrial.Dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisados pelo Observatório de Mato Grosso do Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso (Sistema Fiemt), apresentam o estado com um crescimento de 1,6% em junho deste ano, superando a produção do mês de maio.
Os indicadores refletem o desempenho positivo da indústria mato-grossense. Entre os quinze locais pesquisados, Mato Grosso está entre os três que registraram crescimento favorável em junho, com alta de 1,6%. Enquanto a produção industrial nacional apresentou queda de 1,8% em relação a maio, Mato Grosso registrou a terceira maior alta do país, com crescimento de 1,6%, atrás apenas da Bahia (2,7%) e do Rio Grande do Sul (3,7%).
Na comparação entre o mesmo período com 2025, a indústria brasileira apresentou crescimento de 1,7%, com oito dos dezoito locais pesquisados registrando avanço na produção. Mato Grosso acompanhou esse movimento, com alta de 6,1% no período. O estado registrou avanço junto ao Espírito Santo (12,2%), Rio Grande do Sul (10,5%), Rio de Janeiro (6,3%), Paraná (2,8%), Goiás (2,2%), Santa Catarina (1,9%) e Mato Grosso do Sul (0,9%).
O presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, enfatiza que os números são resultados do dinamismo e expansão da indústria do estado. “Em um cenário de constante transformação, a indústria mato-grossense mantém sua trajetória de fortalecimento, superando resultados anteriores e ampliando sua contribuição para o desenvolvimento de Mato Grosso.”
O desempenho favorável da indústria de Mato Grosso revelado pela pesquisa está relacionada ao avanço de diferentes setores. Os maiores crescimentos foram observados na fabricação de produtos de madeira (28,7%), produtos minerais não metálicos (25,6%), produtos alimentícios (7,6%), refino e biocombustíveis (3,8%) e bebidas (0,8%). Em contrapartida, a fabricação de produtos químicos apresentou queda de -11,7% no período.



