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RISCO DE FUGA

Vídeo mostra tornozeleira eletrônica de Bolsonaro danificada: “Meti um ferro quente aqui”

G1

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Um vídeo anexado ao processo do ex-presidente Jair Bolsonaro mostra a tornozeleira eletrônica danificada e com marcas de exposição ao fogo.

No áudio, é possível ouvir quando a diretora-adjunta da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal, Rita Gaio, questiona Bolsonaro sobre o estado do dispositivo.

Bolsonaro, em resposta, diz: “meti um ferro quente aqui”.

Segundo o despacho, a informação inicial recebida pelo governo era de que “o monitorado [Bolsonaro] havia batido o dispositivo [tornozeleira] na escada”.

A versão, no entanto, não foi confirmada com a análise do equipamento.

“O equipamento possuía sinais claros e importantes de avaria. Haviam marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local de encaixe/fechamento do case”, diz o documento.

A tornozeleira violada foi recolhida, e uma nova foi instalada no tornozelo do ex-presidente – tudo isso, horas antes da prisão preventiva.

“A tornozeleira eletrônica n. 85903 foi instalada. Após confirmação de funcionamento regular, captação contínua de sinal e teste de tração, o monitorado foi liberado para retornar ao repouso”, diz o documento.

Tornozeleira foi trocada

Após a violação, a tornozeleira eletrônica do ex-presidente teve de ser trocada na madrugada deste sábado (22). Segundo o Blog da Andréia Sadi, o alarme da tornozeleira disparou às 0h07.

Imediatamente, a equipe que faz a segurança de Bolsonaro foi acionada pela Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal, responsável pelo aparelho.

A escolta, então, confirmou a violação e fez a troca à 1h09.

Segundo o blog da Julia Duailibi, a defesa de Bolsonaro deve alegar que o ex-presidente tentou romper a tornozeleira eletrônica durante um surto.

Aliados admitem que o ex-presidente tentou violar a tornozeleira, mas querem fazer valer a versão de que a ação está relacionada à privação de sono ou à interferência de medicamentos. Um aliado afirma que o ex-presidente acreditava haver equipamento de escuta no aparelho.

O objetivo é dissociar o fato — que deve ser comprovado pela perícia da Polícia Federal — de uma tentativa de fuga.

Para Moraes, a violação “constata a intenção do condenado [Bolsonaro] de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga”, que seria facilitada pela vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a frente do condomínio do ex-presidente.

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