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INADIMISSÍVEL

Procuradoria da Mulher vai acompanhar investigação de estupro em escola de VG

Da redação - Kamila Arruda / Da reportagem local - Renato Ferreira

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Procuradoria da Mulher, decidiu entrar no acompanhamento do caso de estupro envolvendo uma estudante de 13 anos dentro de uma escola estadual em Várzea Grande. A informação foi confirmada pelo deputado estadual Max Russi (PSB), que classificou o episódio como inadmissível e cobrou rigor das autoridades.

O caso ocorreu no dia 10 de março, dentro de um banheiro da Escola Estadual José Leite de Moraes, no bairro Cristo Rei, e é investigado pela Polícia Civil. O suspeito é um adolescente de 16 anos, também aluno da unidade.

Segundo Russi, a atuação da Assembleia foi motivada após pedido da vereadora Giza Barros, que solicitou providências diante da gravidade da denúncia.

“Nós vamos fazer o acompanhamento desse caso e não podemos admitir, aceitar em hipótese nenhuma nada nesse sentido em qualquer escola, em qualquer esfera pública do Estado de Mato Grosso”, afirmou.

O parlamentar destacou que a expectativa é de uma resposta firme por parte do poder público para que o episódio sirva de alerta e não volte a se repetir. “Espero que o governo seja rigoroso nisso, não abra nenhuma possibilidade. Um caso como esse precisa servir de exemplo para que não aconteça em outras escolas”, disse.

Violência dentro da escola

De acordo com o relato da vítima, a adolescente foi impedida de sair do banheiro por outros estudantes enquanto o suspeito teria cometido o abuso. Após o ocorrido, ela procurou ajuda e o caso foi formalizado dois dias depois.

A Diretoria Metropolitana de Educação informou que a escola adotou medidas imediatas, incluindo acolhimento da vítima e acompanhamento psicossocial, além de acionamento da rede de proteção.

Alerta para cultura de violência

Ao comentar o caso, Max Russi ampliou o debate e afirmou que episódios como esse refletem um problema estrutural mais amplo de violência contra mulheres e meninas. “A gente tem visto números muito ruins, que nos entristecem bastante, do feminicídio e da violência contra a mulher em Mato Grosso. Parece que estamos enxugando gelo”, declarou.

O deputado defendeu ações mais efetivas dentro das escolas para combater esse tipo de comportamento desde cedo. “Nós precisamos entrar para dentro das escolas, trabalhar com essa juventude, com as nossas crianças, para construir uma cultura diferente”, afirmou.

Ele também cobrou uma mobilização conjunta entre os poderes e a sociedade. “É urgente que Assembleia, Governo, Ministério Público, Judiciário, entidades e a sociedade trabalhem juntos, principalmente com os jovens, para combater essa violência”, pontuou.

Campanhas e prevenção

Russi ainda defendeu a realização de campanhas educativas e maior atuação do poder público no enfrentamento à violência de gênero, inclusive com uso de mídia e ações diretas junto à juventude.

“É caso do poder público fazer uma campanha massiva, mostrando que isso é errado. Não podemos admitir esse tipo de violência dentro do ambiente escolar”, concluiu.

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