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RISCO DE ENCOLHIMENTO

“Sem candidato ao governo, chapa não existe”, diz Júlio Campos sobre chapa para deputado estadual

Da redação - Kamila Arruda / Da reportagem local - Renato Ferreira

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O deputado estadual Júlio Campos (União) afirmou que a principal dificuldade do União Brasil para montar uma chapa competitiva à Assembleia Legislativa está diretamente ligada à ausência de uma candidatura própria ao Governo do Estado. Em tom crítico, ele disse que a falta de protagonismo na disputa majoritária enfraquece o partido e afasta possíveis aliados.

“O maior problema é não querer ter candidato a governador. Partido que não tem candidato a governador não traz aliados novos”, disparou citando a pré-candidatura do senador Jayme Campos (União) ao Governo do Estado.

Segundo o parlamentar, a indefinição sobre o projeto político da sigla para 2026 compromete a formação de uma nominata forte e coloca em risco a atual bancada estadual. “Qual a perspectiva de poder do União Brasil com um governo que não é nosso? Zero”, afirmou.

Júlio defendeu que o partido lance um nome ao Palácio Paiaguás, citando o senador Jayme Campos como opção, e afirmou que, com essa definição, a montagem da chapa seria imediata. “Se confirmar o Jayme como candidato a governador, nós temos chapa com 25 candidatos a deputado estadual e nove para federal”, garantiu.

Ele ainda disse que a base partidária apoia majoritariamente essa estratégia. “Se fizer uma prévia, você vai ver que 85% do partido quer candidatura própria”, afirmou.

Críticas à articulação interna

O deputado também criticou o alinhamento de lideranças do partido com outros projetos políticos, especialmente com a possível candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), apoiada por setores do governo.

“O Pivetta é candidato de outro partido. Por que não vão para o partido dele então?”, questionou.

Júlio Campos ainda apontou o movimento de secretários estaduais que, mesmo ligados ao governo, optaram por se filiar a outras siglas, e não ao União Brasil. “Todos os auxiliares estão indo para outros partidos. Então qual é o interesse agora de não ter candidato próprio?”, criticou.

Risco de encolhimento

Na avaliação do parlamentar, a falta de definição pode custar caro ao partido nas eleições, com redução significativa da representação na Assembleia Legislativa. “Sem candidatura própria, a bancada pode cair de quatro para dois ou até um deputado”, alertou.

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