Acompanhe nossas noticias

The news is by your side.

COMPROU A BRIGA

Vereador critica petista por fala sobre filha de deputado assassinada

Muvuca Popular

0

O vereador policial federal Rafael Ranalli(PL) saiu em defesa do correligionário Gilberto Cattani(PL) após uma fala do deputado estadual Valdir Barranco(PT) durante debate sobre armamento feminino em Mato Grosso.

A crise começou depois que Barranco criticou propostas defendidas por bolsonaristas para ampliar o acesso de mulheres a armas de fogo como forma de proteção contra a violência doméstica. Durante a declaração, o petista citou o assassinato de Raquel Cattani, filha do parlamentar do PL, vítima de feminicídio em 2024.
“Se isso funcionasse, a filha do Cattani não teria sido vítima de feminicídio, porque sempre eles andaram armados”, afirmou Barranco em trecho divulgado nas redes sociais.

A fala provocou reação de parlamentares e bolsonaristas, que acusaram o petista de utilizar uma tragédia familiar para atacar adversários políticos.
Na Câmara de Cuiabá, Ranalli classificou a declaração como “infeliz”, “desrespeitosa” e “uma falta de consideração”.

“Quero me solidarizar ao deputado Cattani. Além da fala infeliz do deputado do PT, eu quero lembrar que esse deputado também faz referência à filha assassinada do Cattani. De uma deselegância, de um desrespeito, de uma falta de consideração”, disse.

O vereador afirmou que Barranco usou a morte da filha do deputado para entrar em uma disputa ideológica sobre armamento.
“Você citar um ente morto, ainda mais uma filha do deputado Cattani, para entrar na briga ideológica de armamento sim ou armamento não, sabe? Muito infeliz a fala desse deputado do PT”, declarou.

Ranalli também defendeu o porte de arma para pessoas que cumpram os requisitos legais, incluindo mulheres vítimas de violência doméstica. Segundo ele, o debate não deve ser tratado como simples vontade individual, mas dentro dos critérios exigidos pela legislação.

“Não basta você querer andar armado. Você tem que poder. A Polícia Federal tem os requisitos objetivos para conceder o porte de arma. O que a gente tem que mudar são os requisitos subjetivos”, afirmou.

Em outro trecho, ao defender que ninguém deve ser obrigado a portar arma, Ranalli disse que a escolha cabe a cada cidadão.
“Ninguém está obrigando ao cara que não tem testosterona e não quer andar armado, ele andar armado. É o problema dele. Agora o cara que quiser e tiver alcançado os requisitos objetivos, ele vai ter o porte de arma dele também”, declarou.

Na sequência, o vereador citou a discussão levantada em Cuiabá após o prefeito Abilio Brunini(PL) defender a inclusão de aulas de tiro em programas voltados à proteção feminina.

“A mulher que quiser, cumpridos os requisitos legais, ela pode ter uma arma”, disse.
Ranalli ainda elogiou Abilio Brunini(PL) e a primeira dama e vereadora Samantha Iris(PL) pela defesa do armamento feminino.

“Parabenizar aqui também a Samantha e o Abilio, que têm feito essa defesa do armamento das mulheres, lembrando que eles falam isso tendo noção que a mulher tem que estar habilitada para ter uma arma e saber utilizar arma de fogo”, completou.

A proposta defendida por aliados do prefeito prevê inserir treinamento de tiro dentro do programa “Lutadoras”, voltado à defesa pessoal de mulheres vítimas de violência.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.

xLuck.bet - Emoção é o nosso jogo!

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumiremos que você está ok com isso, mas você pode cancelar se desejar. Aceitarconsulte Mais informação