Acompanhe nossas noticias

The news is by your side.

CRIME BÁRBARO

Caso Olga: mãe afirma que mantinha relação cordial com ex e descarta sinais prévios

Muvuca Popular

0

A mãe de Olga afirmou à Polícia Civil que mantinha uma relação pacífica com o ex-companheiro, pai da menina, e que não consegue compreender o que teria motivado o crime. O depoimento foi prestado nesta quarta-feira (10), na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e os detalhes foram divulgados pela advogada da família, Dayane Rodrigues.

Segundo a defesa, apesar do histórico de violência envolvendo o casal anos atrás, o contato entre os dois havia se tornado cordial e era mantido principalmente por questões relacionadas à criação da filha. A advogada destacou que não havia conflitos recentes, discussões ou qualquer situação que levasse a mãe a imaginar que a criança pudesse ser alvo de violência.

“Ela tinha um contato bom com ele por telefone. Não tinha brigas. Ele tratava ela bem, conversava sobre a filha. Não tinha nada que pudesse justificar uma violência ou um sofrimento causado à mãe por meio da filha”, afirmou Dayane.

De acordo com a advogada, a mãe relatou que a própria Olga manifestava o desejo de conhecer e conviver com o pai. Como a menina não se lembrava dos episódios ocorridos quando era pequena, a família permitiu a aproximação após o homem procurar os parentes demonstrando interesse em participar da vida da filha.

“O contato era apenas entre pai e filha. A Olga ia vê-lo e depois retornava para casa. Não havia uma convivência íntima entre os pais, mas existia uma relação respeitosa voltada para o bem-estar da criança”, explicou.

A defesa informou ainda que as pessoas consideradas fundamentais para o esclarecimento do caso já foram ouvidas pela Polícia Civil. Agora, a investigação aguarda a conclusão dos laudos periciais para que o inquérito seja finalizado.

“Todas as pessoas importantes para o caso já prestaram depoimento. Neste momento, aguardamos os laudos para que a delegada possa concluir o inquérito e esclarecer o que motivou esse ato extremo de violência”, afirmou a advogada.

Apesar das informações já reunidas pela investigação, a motivação do crime segue sem explicação. Segundo a defesa, a própria mãe da menina afirma não ter identificado qualquer comportamento recente que pudesse indicar o desfecho trágico.

“É algo que ainda estamos buscando entender. Não sabemos o real motivo que o levou a praticar esse ato contra a própria filha”, concluiu Dayane Rodrigues.

CRIME

Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, foi encontrada morta com sinais de agressão dentro da casa do pai, Claudinei da Silva, em Várzea Grande. Ele foi preso em flagrante e é apontado pela Polícia Civil como principal suspeito do crime.

Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Claudinei relatou que teria agredido a filha após encontrar supostas conversas da adolescente com um menino em uma rede social. A versão, no entanto, segue sendo apurada pela investigação.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.

xLuck.bet - Emoção é o nosso jogo!

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Presumiremos que você está ok com isso, mas você pode cancelar se desejar. Aceitarconsulte Mais informação